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Categoria "Comportamento do Consumidor"

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As mídias sociais chegaram para ficar e cada vez mais podemos ver seu impacto real nos mundo dos negócios. Disso, não temos dúvida. Mas de que forma? Um infográfico feito sob encomenda para o blog Mashable ilustra de forma simples quatro pontos primordiais destas tranformações.

Se antes as empresas enviavam suas mensagens de venda para seus clientes, hoje elas precisam se comunicar com eles. Esta é, talvez,  a mudança mais importante, e deve estar bem compreendida antes de se fazer qualquer ação na internet.

Prestar atenção no que cada um de seus consumidores falam se tornou algo imprescindível. A internet tirou dos grandes veículos de mídia a exclusividade da divulgação, da emissão das mensagens. Hoje ela está presente, em diversos tamanhos e com diferentes poderes de influencia, nas redes sociais, em blogs e qualquer canal disponível. Qualquer usuário de internet hoje tem condições de dizer o que acha e ser ouvido, em maior ou menor escala. E este será ouvido por amigos e conhecidos, que valorizam esta mensagem mais que as mensagens oficiais das marcas.

As marcas precisam ser transparentes nestas relações. As possibilidades para a disseminação de conteúdo hoje crescem a cada dia e os usuários não são ingênuos. Se a sua marca diz uma coisa, ela precisa, antes de mais nada, acreditar no que diz. Se ela não acredita, seus clientes não vão acreditar. E vão perceber a falsidade na informação que você está transmitindo. Opiniões sobre produtos e marcas ganham força e alcance nas mídias sociais e podem ser encontradas com facilidade. Ninguém quer ver uma informação negativa sobre seu produto se espalhar pela internet.

Seus clientes agora podem encontrar sua marca em qualquer lugar. Seus clientes entram em contato com sua marca quando visitam seu site, correto? Errado. Hoje, mesmo sem procurar um produto, seus clientes podem encontrá-lo. Seja seguindo sua empresa nos diversos canais em que ela está presente, difundindo conteúdo oficial, como Twitter, Facebook, orkut, Youtube, ou lendo opiniões de outros usuários nestas ou em outras redes, como blogs, comentários em lojas virtuais e fóruns, onde muitos consumidores discutem sobre produtos e pedem ajuda antes de efetuarem novas compras.

how social media is changing business

O infográfico foi uma dica de Dennis Altermann, publicada em seu blog Midiatismo, boa fonte de informações sobre mídias sociais e internet. Vale dar uma conferida.

Arquivos em: Comportamento do Consumidor* Infográficos* Social Media

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Por Cláudia Valls

A edição do World Mobile Congress de 2010, em Barcelona, organizada pela GSM Association (Global System for Mobile), contou com quase 50 mil visitantes oriundos de 200 países. O congresso, além de mostrar o que há de mais moderno em matéria de smartphones, também discutiu o faturamento de todos os negócios relacionados à telefonia móvel e as expectativas futuras do mercado.
Alguns dados dão a dimensão do mercado de telefonia móvel mundial:

• O gasto com equipamentos e serviços ultrapassou U$ 1 trilhão pela primeira vez em 2009. Toda a cadeia de fornecimento de internet sem cabo acumulou U$ 900 bilhões de receita. Ao adicionarmos U$ 110 bilhões consumidos em aparelhos wireless e acessórios de ponta, o valor total gasto somaria U$1.01 trilhões.

• A demanda de celulares deve crescer para 1,28 bilhões de unidades. Em 2009, a mesma demanda foi de 1,14 bilhões de unidades.

• É esperada uma demanda de 246,9 milhões de smartphones – 12,1% a mais do que no ano passado.

• A Apple continua prevalecendo na indústria, pois é quem detém o maior fluxo de negócios.

• O Google está atraindo o mercado de smartphones, apesar de continuar em 2º lugar, atrás da Apple. Aproximadamente 30% de todos os modelos apresentados usam ou podem usar o Android como sistema operacional – o triplo de 2009.

• Esperam-se que mais de 20 smartphones OEMs (Original Equipment Manufacturer) usem a plataforma do Google.

• O número de celulares equipados com GPS deve crescer 28% em 2010, chegando a 376 milhões de unidades.

• Esse percentual deverá crescer para 33% em 2011.

• Com a rápida queda do preço médio dos smartphones, os aparelhos alcançarão a uma demanda maior, o que, provavelmente, acabará por causar problemas no tráfego entre as operadoras.

Nos anos 90, o engenheiro de redes Bob Metcalf previu que a explosão de vendas de PCs faria as redes fixas entrarem em colapso por ausência de infraestrutura, ou seja, não dariam conta da demanda por banda. A mesma teoria, agora, preocupa a indústria de mobile. E há motivos de sobra. Logo no dia de abertura do congresso, muitos dos exibidores reclamavam de problemas de conexão com a internet, mesmo com o uso de cabos. O mesmo aconteceu com os jornalistas presentes ao evento, que contavam com que as conexões wifi não os deixassem na mão. Não deram sorte, pois a conexão ora falhava, ora era demasiadamente lenta. Os problemas ocorriam ao mesmo tempo em que se discutia a nova LTE (Long Term Evolution), tecnologia que também é conhecida como 4G.
A verdade é que o surgimento desses aparelhos superpotentes e sua adesão por grande parte dos consumidores já está esgotando as redes móveis em algumas regiões do planeta. Pesquisa da empresa de consultoria Bernstein Research aponta que, no final de 2009, já existiam 312 milhões de smartphones e 273 megabytes (MB) consumidos mensalmente. Esses números revelam um crescimento de 158% no consumo de dados em relação ao ano anterior.
E esse crescimento tende a aumentar, afirmam especialistas, que acreditam que há duas formas de se lidar com o problema. Uma delas seria cobrar uma taxa dos sites mais acessados, como o Google, por exemplo. A outra maneira seria fazer o consumidor pagar pelo volume de dados que acessa ou “baixa” em seu aparelho. Seja como for, alguém terá de pagar a conta da evolução da internet e suas novas tecnologias.

novos smartphones

novos smartphones


Foi na WMC que a Microsoft apresentou, pela primeira vez, o seu Windows Phone 7 series. Entretanto, ainda não se sabe se o novo aparelho será ou não um sucesso, já que seus primeiros modelos só deverão estar a venda no final do ano. Outra novidade são os smartphones projetados para rodarem em suas próprias plataformas ou se aproveitando de sistemas operacionais já existentes. Alguns exemplos são, além do iPhone, da Apple e do Nexus One, da Google, que se utiliza do Android, o WebOS, da Palm (Linux, Safári, Chrome e Android), o MeeGoo, uma parceria entre a Nokia e a Intel e o Wave, primeiro celular da Samsung a usar sua própria plataforma, o Bada.
Estiveram presentes representantes de companhias ligadas à indústria como Infineon, Qualcomm, Siemens, FCC, Nokia, Motorola, Alcatel, Lucent, Intel, Nortel, Raytheon, Ericsson, Samsung, Oracle and Bechtel, assim como a China Mobile, Huawei, LG, Mentor Graphics, Philips, NTT DoCoMo, SAP, Microsoft, Atheros entre outras.

Fontes: Revista Época, Portal Terra, PCMag, Mobile World Congress e StreetInsider.com

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March 05

Oscar 2.0

Escrito por: admin

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Por Cláudia Valls
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No próximo domingo, dia 7, espectadores de todo o mundo poderão assistir, ao vivo, a 82ª entrega dos Oscars, prêmio concedido pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences (Academia de Artes e Ciências Cinematográficas), em Hollywood. E, em tempos de web 2.0 e redes sociais, a premiação não poderia ficar de fora: acaba de lançar um aplicativo, gratuito, para iPhones e Ipods Touch. Seus usuários poderão acessar traillers dos 10 concorrentes ao Oscar de melhor filme, a lista das 24 categorias principais (produção, diretor, ator, atriz, filme estrangeiro, trilha sonora etc.), adivinharem quais serão os laureados e receberem os resultados em tempo real.

Os palpites dos usuários serão arquivados em uma base de dados que permite que sejam compartilhados com amigos através de redes sociais como Facebook e Twitter, assim como via email ou SMS. De acordo com Janet Weiss, Diretora de Marketing da Academia, essa é uma forma de fazer com que os fãs participem ativamente de uma das festas mais exclusivas do showbizz.

Outro aplicativo que está fazendo sucesso é o Vanity Fair Hollywood, igualmente gratuito. Da mesma forma que o aplicativo da Academia, esse app, que pertence à revista Vanity Fair, também possibilita aos seus usuários acesso aos trailler das produções, bem como passearem pelas galerias de fotos, fazerem comentários e previsões durante a cerimônia de entrega dos prêmios via mídias sociais.

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Vejam outras opções que os proprietários de iPhones e iPods têm para se divertir durante o final de semana:

The Envelope (gratuito) – o usuário pode tentar prever os vencedores e dividir suas previsões com seus amigos.

Awards: Oscar Edition (U$0.99) – permite a pesquisa de nomeados e vencedores de todas as categorias rapidamente, assim como histórias pitorescas da festa e as últimas informações da cerimônia e seus resultados.

The Adademy Awards Bible (U$2.99) – este aplicativo lista todos os 850 vencedores do Oscar, organizados por nome, título, categoria etc. É uma verdadeira enciclopédia móvel para os fãs de cinema.

Oscar Pool 2010 (U$0.99) – com este app, o consumidor pode convidar seus amigos para apostar em quem ganhará cada estatueta. Também cria perfis e adiciona fotos, entre outras propriedades.

Red Carpet (U$2.99)- esse aplicativo permite que seu usuário concorra a um prêmio de U$1 milhão se conseguir acertar todos os vencedores nas 24 categorias. Todos os palpites devem ser enviados até o meio dia (hora local – costa oeste) de domingo. Caso haja mais do que um vencedor, o prêmio será dividido.

Fontes: The New York Times, TUAW, The Academy of Motion Picture Arts and Sciences

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O poder da internet na disseminação de conteúdos e opiniões sobre marcas e produtos tem assustado muitas empresas que, sem saber como atuar no setor, têm evitado se expôr nas redes sociais. Acontece que, mesmo sem entrar de forma ativa em redes como Twitter, orkut, Facebook ou até mesmo blogs, as marcas já estão sendo expostas por consumidores e formadores de opinião.

Para ajudar as empresas a compreender as recentes transformações do marketing na internet e alinhar o pensamento de seus profissionais com as mais bem sucedidas práticas do setor, o iDigo está preparando mais uma edição do curso “Como trabalhar sua marca nas redes sociais“.

O curso conta com profissionais com bastante experiência na área, como Fábio Seixas, Sócio-Fundador da loja virtual Camiseteria, Robert Rodrigues, ex-Gerente de Mídias Sociais da agência Frog e atualmente Diretor de Inovação da Neo Contact, e Guilherme Rios, Gestor de projetos a agência E.Life, empresa líder no monitoramento e análise de mídias sociais na América Latina. Com apresentação de cases de sucesso no Brasil e no exterior, o programa se divide em 4 módulos (num total de 8 horas/aula) para ampliar a visão dos profissionais e prepará-los para encarar os desafios na web 2.0:

1) Comportamento do consumidor nas redes
2) Comunicação corporativa nas redes
3) Planejamento das ações
4) Como mensurar resultados

O curso ocorrerá dia 9 de abril, no Rio de Janeiro. Faça sua inscrição e garanta já a sua vaga.

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Por Cláudia Valls

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Há duas semanas, a Apple retirou da sua App Store mais de 5.000 aplicativos de conteúdo sensual ou erótico oferecidos aos usuários de iPhones, Ipods Touch e Ipads. De acordo com a assessora de imprensa da companhia, Trudy Muller, a nova política da empresa corresponde às inúmeras reclamações recebidas por parte de usuários que se sentiram ofendidos com o material contido em vários apps – mulheres que achavam as imagens femininas degradantes e pais que se preocupam com o que seus filhos tinham acesso.
Não é se espantar que a corporação tenha se rendido às pressões de seus consumidores em um país onde um esportista tem de vir a público se desculpar por seus casos extra-conjugais. Sexo, erotismo e pornografia sempre foram um problema nos Estados Unidos.
Em junho passado, a Apple instalou um “parental control”, em que indicava o grau de erotismo dos aplicativos. Mas o volume desses apps era tão grande (mais de 5% dos estimados 140 mil aplicativos disponíveis para download) que a medida não foi suficiente. As novas normas proíbem imagens de mulheres de biquíni ou lingerie, imagens de homens de sunga ou similar, silhuetas que indiquem que o aplicativo contém material erótico, qualquer tipo de conotação sexual, material que possam provocar excitação sexual e exibição de pele(?).
Entre as “vítimas” removidas do menu da App Store estão o SlideHer, um quebra-cabeça onde o usuário é desafiado a montar a foto de uma atriz em trajes sumários. Outra foi a Sexy Scratch Off, mostra uma mulher cujo vestido poderia ser “apagado” passando-se o dedo na tela, revelando sua lingerie. Tais programas sempre apareceram como os mais baixados. Muitas empresas desenvolvedoras de tais aplicativos reclamam das “decisões arbitrárias” da Apple. Fred Clarke, co-presidente da companhia On The Go Girls, dona da Scratch Off, declarou que todos os seus 50 aplicativos foram removidos da App Store. Clarke argumenta que sua empresa faturava milhares com os downloads e que, agora, estão sem receber nada. Uma saída para seu caso seria, em sua opinião, continuar a desenvolver seus apps para outras plataformas, como a Android, da Google.

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Curiosamente, os aplicativos da Playboy e da Sports Illustrated passaram pelo crivo censor da empresa de Steve Jobs e escaparam do expurgo. A explicação veio de Phill Schiller, vice-presidente da Apple:
“A diferença é que são empresas conhecidas com material publicado em formato de grande aceitação”.

Fontes: nytimes.com, Afterdawn.com, PC World e G1.com

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Por Cláudia Valls

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Os voluntários que participaram do quarto estudo “Future of Internet” (895 pessoas, sendo 371 experts e 524 usuários indicados por esses experts), conduzido pela Pew Internet & American Life e pela Imagining the Internet Center, pertencente a Elon University, responderam à seguinte pergunta: “Is Google making us stupid?” (O Google está nos tornando burros?).
A investigação foi motivada pelo artigo escrito pelo Analista de Tecnologia Nicholas Carr e que foi capa da revista Atlantic Monthly, em julho de 2008. Em sua crônica, Carr dizia, entre outras coisas, que não pensava mais do mesmo jeito de antes do advento da internet porque passou a ler superficialmente várias matérias publicadas na web. Anteriormente, ele era um leitor mais atento ao conteúdo das obras e se aprofundava nas questões que essas levantavam.
“O tipo de leitura profunda que uma sequência de páginas impressas promove não é importante apenas para o conhecimento que adquirimos a partir da escrita do autor, mas sim para as vibrações intelectuais que aquelas palavras introduziram em nossas próprias mentes”, escreveu Carr.
Em contraponto, Jamais Cascio, um afiliado do “Institute for the Future” (Instituto para o Futuro) e professor sênior no Institute for Ethics and Emerging Technologies, escreveu outro artigo para a mesma revista em que indagava se o Google estava nos tornando mais inteligentes. Ele alegava que, enquanto a proliferação de novas tecnologias e mídias pode constituir um desafio à capacidade de concentração dos indivíduos, há evidências de que “estamos desenvolvendo uma inteligência fluida, uma habilidade de encontrar significado em meio ao caos e resolver novos problemas, independente do conhecimento adquirido” E completou que espera que os tecnólogos produzam ferramentas que ajudem às pessoas a acharem e acessarem informações de forma mais inteligente.
O estudo indicou que 76% do total de todos os entrevistados e 81% dos experts crêem que o Google nos torna mais inteligentes. A inteligência será reforçada com a facilidade de acesso à informação e tornarão as pessoas mais espertas e farão escolhas melhores. Mesmo com resultados tão eloqüentes, Nicholas Carr afirmou que continua a pensar da mesma forma. Em contrapartida, Hal Varian, economista-chefe da Google declarou: “O Google vai tornar-nos mais informados. A pessoa mais inteligente do mundo pode muito bem estar atrás de um arado na China ou na Índia. Fornecer acesso universal à informação permitirá que essas pessoas atinjam seu pleno potencial, proporcionando benefícios para todo o mundo.”

Fontes: idgnow! e
PewResearchCenter

Arquivos em: Comportamento do Consumidor* pesquisa

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Por Cláudia Valls
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A internet, de fato, transformou o comportamento de todos. Querem o mais recente exemplo? Vocês se lembram da Barbie Noiva, Barbie Princesa, Barbie Bailarina? Pois é. Os tempos mudaram e a Mattel, indústria que fabrica a mais famosa boneca do mundo, promoveu em seu site uma pesquisa (“I can be“) onde as fãs mirins, cada vez mais entrosadas com o mundo real e virtual, poderiam votar na nova profissão ou ocupação que a amada boneca iria incorporar. Qual não foi a surpresa quando ganhou a “Barbie Engenheira de Computação”.
Sem dúvida, estamos vivendo uma nova era. Representantes da própria Mattel disseram estar encorajando as meninas que compram seus produtos a optarem por carreiras mais realistas e deixassem (parcialmente) de lado o símbolo de beleza e glamour inatingíveis que permearam suas campanhas até há pouco tempo. Essa nova meta fez com que a icônica boneca já tenha sido representada como “Chefe de Cirurgia”, “Veterinária”, “Embaixadora da Paz” e “Ambientalista”. Entretanto, esta será a sua primeira ocupação high-tech. Em sua nova versão, junto à boneca, virá um kit com o típico cubículo onde a nova profissional trabalha. E Barbie virá equipada com seu próprio laptop (cor-de-rosa, claro), smartphone, Bluetooth e óculos de nerd (ou geek, como queiram). Ela usará leggings pretas e camiseta verde néon estampada de códigos binários. Ou seja, a Barbie continua sendo uma Barbie.
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Fonte: pc mag, tg daily, it.tmcnet.com e the-gadgeteer.com

Arquivos em: Comportamento do Consumidor* Marketing Digital* Social Media

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Por Andrea Dunningham

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Mais exemplos de empresas fazendo campanhas com a colaboração dos consumidores. Desta vez, a Doritos canadense está seguindo o mesmo caminho da Vitaminwater, procurando um consumidor para dar nome a um novo sabor de snacks. A promoção chama Doritos Viralocity e a mecânica é parecida com a da água vitaminada que já falamos aqui, quando uma consumidora americana ganhou US$ 5 mil por escolher um novo sabor para o produto, a base de cerejas pretas, cafeína e oito nutrientes. Desta vez, o vencedor ganhará muito mais: US$ 250 mil. Se na primeira promoção citada, um milhão de consumidores participaram, imagina nessa . Até eu, que particularmente adoro Doritos, queria entrar nessa. Pena que só é válido para canadenses. Os candidatos terão que se esforçar. Tem que fazer um vídeo sobre o nome e sabor proposto, colocá-lo no site da promoção e ainda torná-lo viral nas redes sociais. A empresa ajuda com dicas para viralizar, trilhas liberadas, bons vídeos de exemplos … Tudo para facilitar a inspiração.
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O que achei especialmente interessante na promoção é a mecânica da pontuação. Toda noite, os candidatos acompanharão o seu score no site e os critérios são divididos em visibilidade, viralização, retorno e bônus. Cada um tem seu peso. O número de unique views no Facebook, por exemplo, vale cinco pontos. Retweets , bookmarks e posts, valem um ponto. E se o vídeo ficar entre os cinco favoritos na busca do Google, 1000 pontos a mais na caixa registradora.

Outra que está buscando apoio dos consumidores é a Honda europeia. A empresa está montando um documentário para contar a experiência de dirigir seu novo Honda CR-Z, o primeiro esportivo híbrido da montadora. Só que o filme contará viagens reais, feitas por consumidores. Para isso, quem quiser participar se candidata contando um pouco da viagem que gostaria de fazer, com fotos, texto e vídeo. As ideias serão julgadas por um time de blogueiros europeus e as melhores serão filmadas. A produção oficial será dirigida pelo premiado diretor de documentários, Claudio von Planta. Confira o site da promoção.
Boas histórias, não? Conheci estas campanhas depois de ler as dicas no blog do Gabriel Jacob, que é responsável pela área de inovação e tendências do núcleo de planejamento estratégico e de negócios da Fischer América + Fala!. Sempre tem coisa legal lá sobre publicidade.

Andrea Dunningham é Diretora executiva do iDigo.
Texto originalmente publicado no globo online, no blog “Mercado Digital”

Arquivos em: Comportamento do Consumidor* Marketing Digital* Marketing de Busca* Social Media

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Por Cláudia Valls
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Depois que a Internet matou o velho modelo comercial das mídias tradicionais, os editores estão apostando que o tablet “iSlate” da Apple os conduzirá à sua recuperação. Hoje a Apple revelará sua esperada nova criação, o tablet de 10 ou 11 polegadas com tela sensível ao toque. Assim como o iPhone e o iTunes App Store criaram novas oportunidades de negócios para jogos e desenvolvedores de aplicativos para mobile, jornais e editoras de revistas estão esperando que o iSlate também transforme sua indústria, já restrita. “Tanto o iPhone quanto o Kindle tem provado que as pessoas estão dispostas a comprar os aparelhos, ler sobre os dispositivos, e pagar por conteúdo”, disse Greg Hano, da Bonnier Technology Group, que publica a revista Popular Science e outros títulos.
Por mais de uma década, a grande maioria das revistas e jornais esteve livremente à disposição dos consumidores na Internet. A perda de receita e de circulação, combinadas com uma prolongada desaceleração econômica estão deixando estas indústrias tradicionais na UTI. Uma perspectiva otimista é que o iSlate e outros computadores tablets introduzidos pela Microsoft, Hewlett-Packard e Lenovo vão criar novas experiências que os consumidores de mídia estão dispostos a pagar. “Há muita esperança de que seremos capazes de importar o modelo de assinatura para o tablet”, disse Philippe Guelton, COO da Hachette Filipacchi Media, editora de vários títulos, incluindo Elle e Car and Driver. “Temos uma enorme oportunidade para oferecer um conteúdo premium e ir muito mais profundamente que nós poderíamos na web”.
O sucesso esmagador do iTunes App Store, da Apple, mostra que os consumidores estão dispostos a pagar por conteúdo digital que é apresentada de forma diferente do que o encontrado na web. Jogos, que ainda são os líderes de comercialização, não são os únicos aplicativos pagos que geram vendas significativas. Nas últimas semanas, títulos simbólicos como GQ, Esquire e uma versão totalmente vestida da revista Playboy experimentaram distribuir edições individuais por US $ 2,99.
A Zinio, uma empresa de tecnologia de publicação digital, lançou, no início do ano, um aplicativo para o iPhone que carrega as versões eletrônicas de 14 publicações. O “eReader”, um aplicativo gratuito, possibilita que revistas, jornais e livros sejam lidos em diversos dispositivos pagando apenas um download. Obviamente, não é coincidência que o aplicativo da empresa para o iPhone foi lançado algumas semanas antes do grande anúncio da Apple.
“Os editores exigirão diferentes designs para telas diferentes”, disse o Chefe de Marketing da Zinio, Jeanniey Mullen. “Com telas pequenas, você não vai ler o livro todo de uma vez. Com telas médias, você se sentará onde quer que esteja e lerá de onde parou, como um livro comum”.
Assim como os aparelhos de MP3 já existiam antes do iPod, os computadores tablets também já estão a venda muito antes do iSlate. O que faz o dispositivo da Apple diferente dos outros similares é a facilidade que os desenvolvedores e os editores podem criar novas experiências para os consumidores, como, por exemplo, navegar pela internet, jogar on-line e visualizar todo tipo de conteúdo multimídia (fotografias, vídeos e música). “No final das contas, são os aplicativos que levam ao interesse pelo novo hardware”, explica Colin Crawford, que trabalhava com o Macworld e agora assessora editores digital como CEO da Media 7 Consultoria. “A Apple tem o público e a distribuição para torná-lo vantajoso para os editores, pois jornais e revistas poderão oferecer assinaturas mensais através do iTunes.”
Andy Ihnatko, comentarista de tecnologia e autor do “iPhone: Fully Loaded”, diz que não vai demorar para desenvolvedores do iPhone para “traduzir” as seus aplicativos em forma de tablets. Quando isso acontecer, a indústria de mídia como a conhecemos terá mudado para sempre. “Ainda vai levar um pouco mais de tempo antes de este tipo de publicação digital ser tão rentável como a edição tradicional ainda é”, disse ele. “Mas agora, há um caminho claro, em oposição à incerteza”.

Fontes: The Business Insider, PC World

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Por Cláudia Valls

No nosso recente post sobre as tendências das mídias sociais em 2010, previmos que os empresários compreenderão que a audiência tem o controle. É preciso tempo para se acostumar coma perda do sentimento de propriedade.
Imagine um businessman organizando um evento para uma das comunidades que lidera. Ele pensará em fazer algo assim ou assado, para, então, perceber, que não detém o controle absoluto sobre o planejado. Ele poderá fazer sugestões e defender suas opiniões, mas não será mais capaz de impingir seu projeto pois, caso contrário, os membros dessa comunidade se reunirão em algum outro lugar. E sem o seu “líder”.
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Vamos aos exemplos: digamos que os detentores da marca Ferrari tenham a idéia de fazer uma página dedicada à marca no Facebook (ou em qualquer outra grande página de relacionamentos). Descobrirão que existem dezenas de páginas dedicadas a Ferrari no site. Um deles tem mais de 700.000 fãs e outro com 200.000 torcedores. Não são páginas oficiais da marca e abrangem dezenas de milhares de fãs e aficcionados.
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A página dedicada a Coca-Cola, com mais de 4 milhões de membros, foi construída por fãs. Há ainda dezenas de outras Coca-Cola páginas no Facebook, muitos deles têm dezenas de milhares de fãs. A empresa entendeu que essas manifestações devem ser apoiadas. Agora, a companhia tem o apoio de mais adeptos. As páginas criadas por fãs surgem em todos os lugares e não se atém às grandes empresas. As pequenas e relativamente desconhecidas marcas gozam do mesmo “privilégio”.
Se uma marca começar a lutar pelo controle com os fãs, esses, então, podem virar-se e se tornarem desinteressados. Quando se observam 0páginas dedicadas a “Eu odeio marca X”, notam-se que não há um grande número de inimigos no site (com raras exceções). A escolha entre ser fã ou inativo é uma boa notícia para os publicitários que têm medo de que a marca exposta à internet estará condenada se deteriorar.
Assim, em certo sentido, gerir as redes sociais é como praticar kung fu, ou seja, canalizar a energia dos outros e olhar para as oportunidades que lhe garantem os melhores resultados. Não se pode atacar frontalmente nem desistir ou recuar ao primeiro sinal de intimidação.
O controle é uma ilusão e se você pensa que está no controle, há algo de errado com você.

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