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May 29
Escrito por: Guilherme Costa
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O Submarino lançou, dia 20 de maio, um aplicativo que permite ao cliente comprar produtos direto do iPhone ou do iPad. Com funções de pesquisa organizadas por segmentos, a loja oferece mais de 700 mil produtos através do aplicativo, que podem ser comprados após o usuário cadastrar o serviço 1-Click no site da loja.
Segundo o site Macworld Brasil, o aplicativo já é o quarto mais baixado pelos brasileiros, entre os aplicativos gratuitos disponíveis na App Store Brasileira.
Arquivos em: E-commerce
March 08
Escrito por: admin
0 comentário(s)Por Cláudia Valls
A edição do World Mobile Congress de 2010, em Barcelona, organizada pela GSM Association (Global System for Mobile), contou com quase 50 mil visitantes oriundos de 200 países. O congresso, além de mostrar o que há de mais moderno em matéria de smartphones, também discutiu o faturamento de todos os negócios relacionados à telefonia móvel e as expectativas futuras do mercado.
Alguns dados dão a dimensão do mercado de telefonia móvel mundial:
• O gasto com equipamentos e serviços ultrapassou U$ 1 trilhão pela primeira vez em 2009. Toda a cadeia de fornecimento de internet sem cabo acumulou U$ 900 bilhões de receita. Ao adicionarmos U$ 110 bilhões consumidos em aparelhos wireless e acessórios de ponta, o valor total gasto somaria U$1.01 trilhões.
• A demanda de celulares deve crescer para 1,28 bilhões de unidades. Em 2009, a mesma demanda foi de 1,14 bilhões de unidades.
• É esperada uma demanda de 246,9 milhões de smartphones – 12,1% a mais do que no ano passado.
• A Apple continua prevalecendo na indústria, pois é quem detém o maior fluxo de negócios.
• O Google está atraindo o mercado de smartphones, apesar de continuar em 2º lugar, atrás da Apple. Aproximadamente 30% de todos os modelos apresentados usam ou podem usar o Android como sistema operacional – o triplo de 2009.
• Esperam-se que mais de 20 smartphones OEMs (Original Equipment Manufacturer) usem a plataforma do Google.
• O número de celulares equipados com GPS deve crescer 28% em 2010, chegando a 376 milhões de unidades.
• Esse percentual deverá crescer para 33% em 2011.
• Com a rápida queda do preço médio dos smartphones, os aparelhos alcançarão a uma demanda maior, o que, provavelmente, acabará por causar problemas no tráfego entre as operadoras.
Nos anos 90, o engenheiro de redes Bob Metcalf previu que a explosão de vendas de PCs faria as redes fixas entrarem em colapso por ausência de infraestrutura, ou seja, não dariam conta da demanda por banda. A mesma teoria, agora, preocupa a indústria de mobile. E há motivos de sobra. Logo no dia de abertura do congresso, muitos dos exibidores reclamavam de problemas de conexão com a internet, mesmo com o uso de cabos. O mesmo aconteceu com os jornalistas presentes ao evento, que contavam com que as conexões wifi não os deixassem na mão. Não deram sorte, pois a conexão ora falhava, ora era demasiadamente lenta. Os problemas ocorriam ao mesmo tempo em que se discutia a nova LTE (Long Term Evolution), tecnologia que também é conhecida como 4G.
A verdade é que o surgimento desses aparelhos superpotentes e sua adesão por grande parte dos consumidores já está esgotando as redes móveis em algumas regiões do planeta. Pesquisa da empresa de consultoria Bernstein Research aponta que, no final de 2009, já existiam 312 milhões de smartphones e 273 megabytes (MB) consumidos mensalmente. Esses números revelam um crescimento de 158% no consumo de dados em relação ao ano anterior.
E esse crescimento tende a aumentar, afirmam especialistas, que acreditam que há duas formas de se lidar com o problema. Uma delas seria cobrar uma taxa dos sites mais acessados, como o Google, por exemplo. A outra maneira seria fazer o consumidor pagar pelo volume de dados que acessa ou “baixa” em seu aparelho. Seja como for, alguém terá de pagar a conta da evolução da internet e suas novas tecnologias.

novos smartphones
Fontes: Revista Época, Portal Terra, PCMag, Mobile World Congress e StreetInsider.com
Arquivos em: Comportamento do Consumidor* E-commerce* Marketing Digital* Mobile Marketing
Por Cláudia Valls

Há duas semanas, a Apple retirou da sua App Store mais de 5.000 aplicativos de conteúdo sensual ou erótico oferecidos aos usuários de iPhones, Ipods Touch e Ipads. De acordo com a assessora de imprensa da companhia, Trudy Muller, a nova política da empresa corresponde às inúmeras reclamações recebidas por parte de usuários que se sentiram ofendidos com o material contido em vários apps – mulheres que achavam as imagens femininas degradantes e pais que se preocupam com o que seus filhos tinham acesso.
Não é se espantar que a corporação tenha se rendido às pressões de seus consumidores em um país onde um esportista tem de vir a público se desculpar por seus casos extra-conjugais. Sexo, erotismo e pornografia sempre foram um problema nos Estados Unidos.
Em junho passado, a Apple instalou um “parental control”, em que indicava o grau de erotismo dos aplicativos. Mas o volume desses apps era tão grande (mais de 5% dos estimados 140 mil aplicativos disponíveis para download) que a medida não foi suficiente. As novas normas proíbem imagens de mulheres de biquíni ou lingerie, imagens de homens de sunga ou similar, silhuetas que indiquem que o aplicativo contém material erótico, qualquer tipo de conotação sexual, material que possam provocar excitação sexual e exibição de pele(?).
Entre as “vítimas” removidas do menu da App Store estão o SlideHer, um quebra-cabeça onde o usuário é desafiado a montar a foto de uma atriz em trajes sumários. Outra foi a Sexy Scratch Off, mostra uma mulher cujo vestido poderia ser “apagado” passando-se o dedo na tela, revelando sua lingerie. Tais programas sempre apareceram como os mais baixados. Muitas empresas desenvolvedoras de tais aplicativos reclamam das “decisões arbitrárias” da Apple. Fred Clarke, co-presidente da companhia On The Go Girls, dona da Scratch Off, declarou que todos os seus 50 aplicativos foram removidos da App Store. Clarke argumenta que sua empresa faturava milhares com os downloads e que, agora, estão sem receber nada. Uma saída para seu caso seria, em sua opinião, continuar a desenvolver seus apps para outras plataformas, como a Android, da Google.

Curiosamente, os aplicativos da Playboy e da Sports Illustrated passaram pelo crivo censor da empresa de Steve Jobs e escaparam do expurgo. A explicação veio de Phill Schiller, vice-presidente da Apple:
“A diferença é que são empresas conhecidas com material publicado em formato de grande aceitação”.
Fontes: nytimes.com, Afterdawn.com, PC World e G1.com
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Por Cláudia Valls

Depois que a Internet matou o velho modelo comercial das mídias tradicionais, os editores estão apostando que o tablet “iSlate” da Apple os conduzirá à sua recuperação. Hoje a Apple revelará sua esperada nova criação, o tablet de 10 ou 11 polegadas com tela sensível ao toque. Assim como o iPhone e o iTunes App Store criaram novas oportunidades de negócios para jogos e desenvolvedores de aplicativos para mobile, jornais e editoras de revistas estão esperando que o iSlate também transforme sua indústria, já restrita. “Tanto o iPhone quanto o Kindle tem provado que as pessoas estão dispostas a comprar os aparelhos, ler sobre os dispositivos, e pagar por conteúdo”, disse Greg Hano, da Bonnier Technology Group, que publica a revista Popular Science e outros títulos.
Por mais de uma década, a grande maioria das revistas e jornais esteve livremente à disposição dos consumidores na Internet. A perda de receita e de circulação, combinadas com uma prolongada desaceleração econômica estão deixando estas indústrias tradicionais na UTI. Uma perspectiva otimista é que o iSlate e outros computadores tablets introduzidos pela Microsoft, Hewlett-Packard e Lenovo vão criar novas experiências que os consumidores de mídia estão dispostos a pagar. “Há muita esperança de que seremos capazes de importar o modelo de assinatura para o tablet”, disse Philippe Guelton, COO da Hachette Filipacchi Media, editora de vários títulos, incluindo Elle e Car and Driver. “Temos uma enorme oportunidade para oferecer um conteúdo premium e ir muito mais profundamente que nós poderíamos na web”.
O sucesso esmagador do iTunes App Store, da Apple, mostra que os consumidores estão dispostos a pagar por conteúdo digital que é apresentada de forma diferente do que o encontrado na web. Jogos, que ainda são os líderes de comercialização, não são os únicos aplicativos pagos que geram vendas significativas. Nas últimas semanas, títulos simbólicos como GQ, Esquire e uma versão totalmente vestida da revista Playboy experimentaram distribuir edições individuais por US $ 2,99.
A Zinio, uma empresa de tecnologia de publicação digital, lançou, no início do ano, um aplicativo para o iPhone que carrega as versões eletrônicas de 14 publicações. O “eReader”, um aplicativo gratuito, possibilita que revistas, jornais e livros sejam lidos em diversos dispositivos pagando apenas um download. Obviamente, não é coincidência que o aplicativo da empresa para o iPhone foi lançado algumas semanas antes do grande anúncio da Apple.
“Os editores exigirão diferentes designs para telas diferentes”, disse o Chefe de Marketing da Zinio, Jeanniey Mullen. “Com telas pequenas, você não vai ler o livro todo de uma vez. Com telas médias, você se sentará onde quer que esteja e lerá de onde parou, como um livro comum”.
Assim como os aparelhos de MP3 já existiam antes do iPod, os computadores tablets também já estão a venda muito antes do iSlate. O que faz o dispositivo da Apple diferente dos outros similares é a facilidade que os desenvolvedores e os editores podem criar novas experiências para os consumidores, como, por exemplo, navegar pela internet, jogar on-line e visualizar todo tipo de conteúdo multimídia (fotografias, vídeos e música). “No final das contas, são os aplicativos que levam ao interesse pelo novo hardware”, explica Colin Crawford, que trabalhava com o Macworld e agora assessora editores digital como CEO da Media 7 Consultoria. “A Apple tem o público e a distribuição para torná-lo vantajoso para os editores, pois jornais e revistas poderão oferecer assinaturas mensais através do iTunes.”
Andy Ihnatko, comentarista de tecnologia e autor do “iPhone: Fully Loaded”, diz que não vai demorar para desenvolvedores do iPhone para “traduzir” as seus aplicativos em forma de tablets. Quando isso acontecer, a indústria de mídia como a conhecemos terá mudado para sempre. “Ainda vai levar um pouco mais de tempo antes de este tipo de publicação digital ser tão rentável como a edição tradicional ainda é”, disse ele. “Mas agora, há um caminho claro, em oposição à incerteza”.
Fontes: The Business Insider, PC World
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Por Cláudia Valls
Os resultados de uma recente pesquisa realizada pela TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing, entitulada de Marketing Visão 360º, apontam que, em 2010, 84% das empresas planejam executal algum tipo de marketing na internet, o que representa um aumento de 10% em relação a 2009.Ao todo, 430 profissionais da área de marketing fizeram parte da pesquisa. Os entrevistados atuam em companhias brasileiras e multinacionais dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis.
Os dados da análise mostram que, para as empresas que investem em até R$1 milhão em marketing, a web será usada em 50% das ações planejadas. As companhias que investem mais de R$ 10 milhões, por sua vez, planejam gastar 25% de seus orçamentos nos meios digitais. Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International, ressalta para o intenso movimento de migração do off-line para o on-line em ações de marketing direto e nota que mesmo com a inclusão de ações digitais, a verba de marketing das empresas não diminuiu em 2009, pois 40% das empresas que investiram no segmento tiveram aumento no orçamento, enquanto 50% de outras organizações não houve alterações no budget.
A mesma pesquisa indica que 78% das corporações organizações utiliza a Internet principalmente para divulgar produtos e 69% para se relacionar com os consumidores. De todas as companhias ouvidas, 30% possuem blogs corporativos, 30% utilizam o Twitter e 16% o Orkut. Os recursos das redes sociais, porém, ainda não são explorados por 30% das corporações . O e-mail marketing é principal ferramenta, usada por 88% das empresas pesquisadas, seguida de anúncios em sites segmentados (53%), ações em sites de relacionamento e links patrocinados (50%).
De acordo com Bruno Mello, diretor executivo do portal Mundo do Marketing, os resultados do estudo indicam que o marketing digital veio para ficar. “Daqui para a frente dificilmente as empresas conseguirão se relacionar com seus consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, afirma.
O iDigo – Núcleo de Inteligência Digital dará o curso ” Marketing Digital – Tendências e Práticas de Sucesso” nesta quarta feira, dia 2 de dezembro. Saiba mais aqui.
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Por Claudia Valls

O site da sua empresa utiliza o que há de mais moderno em matéria de interface, tem um layout agradável e conteúdo relevante para o setor a que se destina? Normalmente, isso seria o suficiente para que os internautas o acessassem sem dificuldades e escolhessem sua página como uma das mais procuradas, certo? Nem sempre.
Por vezes, o próprio fato de seu projeto na web ser muito sofisticado acaba por atrapalhar ou confundir os usuários e esses não conseguem navegar bem pela sua página.
. Por esse motivo, a usabilidade deve ser encarada como um fator primordial para o sucesso do seu negócio. Quanto mais interatividade a página oferecer aos seus usuários, mais satisfeitos ficarão e maior possibilidade de que retornem para um novo acesso. Pensando nisso, regra número 1: sua interface deve estar centrada nos usuários.
Para isso, algumas dicas sobre os principais pilares da usabilidade:
Eficácia: o sistema deve direcionar o internauta quilo que procura, sem dificuldades.
Eficiência: o usuário não gosta (nem pode) perder tempo procurando um produto ou serviço, nem preenchendo formulários. A visibilidade deve ser fácil e os formulários os mais breves e fáceis de se completar.
Satisfação: se os itens acima forem implementados, a satisfação dos usuários é garantida e reforçará a confiabilidade de sua marca.
Sites mais acessíveis, certamente terão mais audiência e consequentemente outros benefícios como aumento das vendas no site (e-commerce) e fora do site (produtos bem promovidos);
aumento da satisfação do usuário; diminuição dos gastos com suporte/call center;
e melhora da imagem da empresa.
Ainda tem dúvidas? O iDig oferecerá o curso “Como melhorar a eficiência do seu site – as melhores práticas de usabilidade” no dia 06 de novembro. Confira aqui
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O comércio on-line ganha a cada dia mais adeptos. Só no Brasil, esse tipo de comércio cresceu 45% nos últimos 10 anos. A previsão é que, nos próximos cinco anos, o número aumente em 30%, de acordo com publicação da e-bit.

Não é a toa que as empresas estão investindo em vendas on-line. Dados revelam que, só no ano passado, essas empresas lucraram R$8,2 bilhões. Para este ano, a expectativa é de que o lucro anual atinja R$10,5 bilhões. Em média, 10 mil empresas já vendem no mundo virtual.
O consumidor
De acordo com a e-bit, os principais consumidores de produtos on-line são adultos entre 24 e 49 anos com renda mensal de R$ 3,5 mil. Mas o mercado também está crescendo bastante no público de classes C e D com mais de 50 anos e entre 18 e 24 anos. No portal Mundo do Marketing, você pode conferir 10 tendências que impactam as classes C e D.
Para o analista e diretor de marketing e vendas da e-bit, Maurício Salvador, a busca de produtos na internet tende a aumentar graças segurança do comprador em relação aos sites e intimidade dos usuários no mundo virtual. “A tendência é que, cada vez mais, o perfil do consumidor on-line se iguale ao do cidadão brasileiro em geral”, disse Salvador.
Se você quer saber mais sobre as tendências do e-commerce, inscreva-se no curso ‘Aumente sua receita com e-commerce’ nos dias 23 e 24 de outubro. Para mais informação clique aqui.
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August 20
Escrito por: admin
0 comentário(s)As atividades das pequenas e médias lojas virtuais registraram um aumento de 1,6% segundo levantamento da e-bit. Segundo o site Consumidor Moderno, a participação da Long Tail – pequenas e médias empresas de maioria no mercado – teve um crescimento de 9,6% com o aumento.
O crescimento mostra uma melhor distribuição de consumidores , ainda que 90.4% do valor gerado pelas vendas via e-commerce do país venham de 50 das mais de 5000 empresas com atuação no mercado virtual. De acordo com a pesquisa, os consumidores hoje procuram se informar melhor nas redes de conteúdo colaborativo, sites de busca e comparação de preços.
Para o diretor da e-bit, Pedro Guasti, o novo internauta da Internet demora em média um ano para se tornar um comprador. Guasti diz ainda que 80% das transações são realizadas pelo cartão de crédito. De acordo com a pesquisa, a satisfação do cliente de e-comerce é de 80%.
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17 ago
Redes Sociais para os Negócios: TURMA LOTADA Rio de Janeiro - RJ27 ago
Redes Sociais para os Negócios Rio de Janeiro - RJ15 set
Ações de Comunicação em meio digital Rio de Janeiro - RJ29 set
Redes Sociais para RH Rio de Janeiro - RJiDigo - Núcleo de Inteligência Digital
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