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May 07
Escrito por: admin
0 comentário(s)Por Guilherme Costa
Facebook tem planos para dominar a web. Além de ser atualmente a maior rede social do mundo, com mais de 400 milhões de usuários, a rede recentemente colocou em prática seu plano mais audacioso: ser a plataforma principal da navegação dos usuários, com o lançamento do Open Graph, sistema que relaciona os gostos de seus membros com sua navegação na web, anunciado pelo CEO e fundador Mark Zuckerberg na conferência f8 Facebook, no fim de abril.
Basicamente o Open Graph funciona assim: sites podem incluir um botão “Like” em suas páginas, que os usuários marcarão ao gostarem de algum conteúdo. Estas informações são trocadas com seus amigos no Facebook e, baseado nas preferências de cada pessoa, sites podem oferecer um conteúdo que se adapte melhor aos seus interesses. Em outras palavras, já é um início da chamada web semântica, e isso muda muita coisa.

Facebook já demonstrou seu interesse em competir com o Google nas buscas, uma vez que reune as opiniões dos usuários e suas informações pessoais, mas agora tem mais uma arma contra seu concorrente: a detenção da informação sobre quais sites são relevantes baseado nos gostos de seus membros. Uma vez que o algoritmo do Google organiza os resultados de suas buscas levando em conta, entre outras coisas, quantos sites apontam links para um determinado endereço, o Facebook Open Graph pode atrapalhar o gigante das buscas, ao não abrir para ele seu banco de dados com as informações referentes a quais sites seus usuários gostam e indicam a seus amigos.
Isso também é relevância, e pode mudar dramaticamente as regras do jogo daqui para frente, inclusive tornando a ferramenta de busca do Facebook cada vez mais poderosa – em menos de uma semana, mais de 50 mil sites instalaram a Graph API do Facebook nos códigos de suas páginas, possibilitando a integração com o novo sistema.
Em entrevista para a Bloomberg, Pete Cashmore, CEO e fundador do blog Mashable, afirma que neste momento o Facebook tem uma oportunidade para se tornar o próximo Google.
ATUALIZAÇÃO: 12 de maio de 2010
Os resultados já estão sendo percebidos por alguns grandes portais de conteúdo na web. Segundo Facebook informou ontem, o novo botão Like já trouxe para o jornal The Washington Post um aumento de 290% no tráfego feito por referenciamento. O site ABC News também registrou um aumento de 250%, enquanto a rede de escritores Scribd teve seu tráfego dobrado graças à nova plataforma, e seus escritores passaram a criar mais vínculos com outros usuários em grupos de amigos no Facebook.
Arquivos em: Marketing de Busca* Social Media
March 19
Escrito por: admin
0 comentário(s)Por Guilherme Costa

E parece que o Twitter começou o ano inspirado. Se no fim de fevereiro a empresa já havia anunciado seus planos pra fazer um sistema de anúncios semelhante ao utilizado pelo Google, agora parece que o líder das buscas em tempo real está entendendo a estratégia de seu maior concorrente.
Uma atualização em sua ferramenta de busca esta sendo preparada para priorizar os conteúdos mais relevantes, frente ao sistema atual, que mostra apenas os mais recentes. A data de implementação das alterações, ainda em fase beta, não foi anunciada, mas desenvolvedores já estão sendo avisados por funcionários da equipe busca do Twitter em grupos de discussão.
Este é um passo importante para o Twitter, que está se posicionando para passar de uma excelente ideia para um negócio bem sucedido. Agora resta esperar para ver o impacto de suas recentes alterações no mercado de busca.
Arquivos em: Marketing de Busca* Social Media
Por Cláudia Valls
O Google lançou na última segunda feira, dia 8, um mecanismo novo e ainda em fase de experiência que permite que seus usuários acessem bancos de dados públicos e transformem os subsídios coletados em gráficos de visualização sofisticados. Chamado de Google Public Data Explorer, o serviço é uma ferramenta que oferece métricas globais de áreas como educação, trabalho, economia etc.
A empresa já proporcionava a consulta das informações contidas em 13 bancos de dados públicos e disponibilizou as pesquisas mais procuradas. A maior parte ainda se concentra em assuntos que dizem respeito aos Estados Unidos, mas há, entretanto, estudos dos relatórios do Banco Mundial e da OECD (Organization for Economic Co-operation and Development), o que possibilita análises mais abrangentes. Para estabelecerem quais seriam os tópicos de maior demanda, a companhia usou critérios parecidos aos usados no Google Trends e no Google Insights, ou seja, analisou bilhões de perguntas a respeito de assuntos diversos e as filtrou, excluindo spams e repetições.

Além do Banco Mundial e da OECD, a corporação contou com os dados fornecidos por outros bancos de dados, como U.S. Bureau of Labor Statistics, U.S. Census Bureau, Organization for Economic Co-Operation and Development, the California Department of Education, Eurostat, U.S. Center for Disease Control e U.S. Bureau of Economic Analysis. Aqui estão alguns exemplos das pesquisas proporcionadas pelo Google Public Data Explorer:
1. Lista de escolas boas e ruins
2. Desemprego
3. População
4. Impostos sobre vendas
5. Salários
6. Taxas de câmbio
7. Estatísticas criminais
8. Estatísticas de saúde (condições de saúde)
9. Estatísticas de Desastres
10. Produto Interno Bruto (PIB)
12. Nível de Pobreza
13. O preço do petróleo
14. Salário mínimo
15. Índice de preços, a inflação
16. Mortalidade
17. Custo de vida
18. Resultados eleitorais
19. Nomes próprios
20. Acidentes, infrações de trânsito.
Fontes: InformationWeek.com, PC Magazine, CNet.com e The Official Google Blog
Arquivos em: Marketing de Busca* Métricas e Indicadores* Social Media* pesquisa
Por Cláudia Valls

A Microsoft e a Yahoo receberam o sinal verde para unirem suas forças e formarem um mecanismo de busca que pretende promover mais escolhas, maiores valores e uma grande inovação tanto para os usuários quanto para os publicitários e anunciantes. As empresas dependiam da aprovação do Departamento de Justiça Americano, no que tange a legislação antitrust e da Comissão Européia, que aprovaram a junção sem restrições.
A aliança, anunciada no último verão (do hemisfério norte), tem como objetivo cortar custos e aumentar a receita de ambas companhias, que lutam para abocanhar uma fatia do mercado do gigante Google, que mantém aproximadamente 70% do mercado norte-americano, o que significa bilhões de dólares em links patrocinados. Juntas, as empresas controlam os 30% restantes e brigam para invadir a aparente liderança do Google. O acordo prevê que o Bing fornecerá os links para cada busca do Yahoo, liberando esta das despesas de funcionamento da enorme “web spidering” e da indexação de centros de computação. Em troca, a Yahoo assumirá os esforços de busca de publicidade para a Microsoft e pagará uma fatia da receita de anúncios de busca da própria Yahoo para a Microsoft.
O império da Yahoo começou a minguar nos últimos anos, e seu mecanismo de busca foi sendo cada vez menos utilizado. A Microsoft, então, tentou comprar a rival por U$ 45 bilhões, mas o CEO e fundador da Yahoo, Jerry Yang, rejeitou a oferta. Os esforços de conseguir um “search engine” eficiente se mostravam infrutíferos até que a empresa de Bill Gates lançou o Bing, em julho passado, que provou ser um concorrente robusto e inovador. Agora, a plataforma de anúncios combinados pode significar dinheiro real para ambas as empresas, uma vez que permite colocar anúncios publicitários nas duas redes, tornando-os mais atraentes para os anunciantes que podem gerir uma campanha publicitária em uma nova plataforma (além de outra no Google, claro).
As companhias disseram que planejam concluir a integração até o final do ano, pelo menos nos Estados Unidos. Eles planejam conquistar anunciantes e editores americanos antes da temporada de férias de 2010, apesar de que, talvez, tenham que esperar até 2011. Todos os clientes e parceiros do mundo inteiro passarão pela transição até o início de 2012, disseram representantes das duas corporações.
Fontes:InformationWeek.com, wired.com, cnet.com e BusinessWeek.com
Arquivos em: Marketing de Busca
Por Andrea Dunningham

Mais exemplos de empresas fazendo campanhas com a colaboração dos consumidores. Desta vez, a Doritos canadense está seguindo o mesmo caminho da Vitaminwater, procurando um consumidor para dar nome a um novo sabor de snacks. A promoção chama Doritos Viralocity e a mecânica é parecida com a da água vitaminada que já falamos aqui, quando uma consumidora americana ganhou US$ 5 mil por escolher um novo sabor para o produto, a base de cerejas pretas, cafeína e oito nutrientes. Desta vez, o vencedor ganhará muito mais: US$ 250 mil. Se na primeira promoção citada, um milhão de consumidores participaram, imagina nessa . Até eu, que particularmente adoro Doritos, queria entrar nessa. Pena que só é válido para canadenses. Os candidatos terão que se esforçar. Tem que fazer um vídeo sobre o nome e sabor proposto, colocá-lo no site da promoção e ainda torná-lo viral nas redes sociais. A empresa ajuda com dicas para viralizar, trilhas liberadas, bons vídeos de exemplos … Tudo para facilitar a inspiração.

O que achei especialmente interessante na promoção é a mecânica da pontuação. Toda noite, os candidatos acompanharão o seu score no site e os critérios são divididos em visibilidade, viralização, retorno e bônus. Cada um tem seu peso. O número de unique views no Facebook, por exemplo, vale cinco pontos. Retweets , bookmarks e posts, valem um ponto. E se o vídeo ficar entre os cinco favoritos na busca do Google, 1000 pontos a mais na caixa registradora.
Outra que está buscando apoio dos consumidores é a Honda europeia. A empresa está montando um documentário para contar a experiência de dirigir seu novo Honda CR-Z, o primeiro esportivo híbrido da montadora. Só que o filme contará viagens reais, feitas por consumidores. Para isso, quem quiser participar se candidata contando um pouco da viagem que gostaria de fazer, com fotos, texto e vídeo. As ideias serão julgadas por um time de blogueiros europeus e as melhores serão filmadas. A produção oficial será dirigida pelo premiado diretor de documentários, Claudio von Planta. Confira o site da promoção.
Boas histórias, não? Conheci estas campanhas depois de ler as dicas no blog do Gabriel Jacob, que é responsável pela área de inovação e tendências do núcleo de planejamento estratégico e de negócios da Fischer América + Fala!. Sempre tem coisa legal lá sobre publicidade.
Andrea Dunningham é Diretora executiva do iDigo.
Texto originalmente publicado no globo online, no blog “Mercado Digital”
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Por Claudia Valls

O ano está chegando ao fim e as empresas começam a alinhavar o destino de verbas para treinamento de seus funcionários. Em tempos de web 2.0 é fundamental que, entre os cursos de capacitação, estejam os que oferecem disciplinas para facilitar a atuação das empresas nessa nova ambiência. Entender como trabalhar a marca nas redes sociais, discutir o comportamento do consumidor na web, investir em marketing digital, seja em estratégias de campanhas ou links patrocinados, otimizar seu site e ainda compreender ferramentas que ajudam a medir a perfomance do seu site como o Google Analytics fazem parte de uma lista de especializações que deverão compor a cesta de habilidades dos novos gestores.
Foi pensando nessa necessidade de capacitação que o iDig lançou, em 2009, cursos voltados para negócios digitais. O pacote de treinamento para 2010 está em fase final de estudos para ser lançado até novembro, mas sem dúvida passeará novamente pelos temas debatidos em 2009, se aprofundando em alguns, e lançando outros de acordo com as demandas que temos frequentemente recebidos de nossos alunos. Aliás, se você tem uma idéia para treinamento, mande aqui.
Para quem ainda não está convencido da necessidade de investimento na área digital, vamos a alguns resultados obtidos por pesquisa realizada pela Universal McCan sobre o comportamento do internauta em 38 países. Confira a estatísticas dos brasileiros:
- Leitores de blogs: 62%; (mundo)
- Escritores de blogs: 51%;
- Criaram perfil em alguma rede social: 69%;
- Mantém (fazem manutenção) perfil em rede social: 72%;
- Visitaram página de amigos em redes sociais: 84%;
- Assistiram vídeos online: 93%;
- Mais de 64 milhões de ususários na Internet brasileira
- Aproximadamente 30 milhões de pedidos (vendas/ serviços) on-line até o final de 2009.
Outros dados igualmente esclarecedores:
- Em fevereiro de 2008, John McCain levantou U$ 11 milhões para sua campanha para presidente dos EUA. No mesmo mês, Barak Obama não compareceu a nenhum evento para arrecadar fundos para sua campanha, mas levantou U$ 55 milhões por meio de redes sociais no mesmo período. (Os políticos deveriam fazer o mesmo tipo de investimento, pois 2010 será ano de eleições).
- Em 2009, os anúncios tradicionais estão em acentuada queda: em jornais (-18,7%), na TV (-10,1%), no rádio (+11,7%), e em revistas (-14,8%). Mas os anúncios digitais aumentaram: em celular (+18,1%) e via computador (+9,2%).
-O telefone móvel será a principal ferramenta de conexão internet em 2010, ou seja, a comunicação via mobile será indispensável.
- A Dell faturou U$ 3 milhões desde 2007 apenas via twitter.
(Fonte: Caderno Digital – O Globo)
Depois de todas esses dados, anda há dúvidas quanto necessidade de se separar verba para cursos de capacitação?
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A Nestlé lançou há poucos dias o ‘Nestlé Receitas’. Trata-se de um aplicativo para iPhone que disponibiliza mais de três mil receitas gastronômicas. A novidade permite que o usuário faça buscas, armazene receitas e ainda confira lista de compras e sugestões de pratos indicados pela própria Nestlé. Sem contar que, com o aplicativo, você pode levar sua receita para qualquer lugar.
Essa é mais uma ação de mobile que facilita a vida do consumidor e gera benefícios para marca. Para você conhecer mais sobre o mundo de mobile e como é o comportamento do consumidor que usa essa tecnologia, participe do curso ‘Estratégias de comunicação em mobile’ que será promovido pelo iDig no dia 23 de setembro. Entre aqui e confira a programação
Arquivos em: Marketing de Busca
Dados do comScore. apontam um crescimento de 41% nas buscas realizadas globalmente em 1 ano. Só no mês de julho do ano passado, foram realizadas 113 bilhões de buscas na web. O Google tem 67,5% deste total, enquanto o Yahoo tem apenas 7,8% e aparece em 2º lugar e o site Baidu em 3º, com 7% das buscas.
Apesar de a Europa representar a maior parte das buscas, a América Latina tem o maior índice de buscas por usuário, com cerca de 130,4 para cada usuário por mês.
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August 28
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Gerente de Planejamento da Mídia Digital, Willie Taminato, acredita que “trabalhar com um conteúdo de qualidade e relevância para audiência” são pontos principais para atingir as primeiras posições nos buscadores. Para ele, “é importante conhecer o usuário antes de gerar o conteúdo do seu site”.
Taminato participou, na última quarta-feira (26/08), do curso promovido pelo iDig sobre Maketing de Busca, onde concedeu entrevista exclusiva ao Instituto sobre investimento em SEO e SEM. Confira na íntegra.
iDig - Qual é o investimento mínimo que uma empresa pequena ou média pode dedicar a um investimento de SEM? Pode-se dizer que o custo / benefício é dos mais altos dentro do mkt?
Willie Taminato – Não existe um investimento mínimo para trabalhar com links patrocinados. Nesse ponto, o principal é conhecer bem sobre o próprio mercado e escolher as palavras que trarão maior conversão com menor investimento. Claro, não é um processo fácil e exige alguns testes de palavras-chave. Uma dica é se iniciar com um laboratório que contenha algumas variações de palavras-chave e acompanhar com uma ferramenta de web analytics – o Google analytics é gratuito e uma excelente opção – e então manter as palavras com melhor conversão.
Esse processo pode servir também como um direcionamento para a otimização orgânica (SEO) pois, pegando esses termos que convertem bem e otimizando o site com essas palavras, há uma boa oportunidade de posicionar termos estratégicos sem pagar por cada um dos cliques e ter a verba destinada pra eles em links patrocinados para outros termos potenciais de serem testados.
Ao optar por otimizar um site para a busca orgânica, os custos serão de consultoria e também de implementação das orientações sugeridas.
Sobre o custo-benefício, investir em marketing de busca certamente possui uma grande vantagem sobre outros tipos de investimento, pois o usuário será impactado no momento em que ele efetua as buscas e por isso a receptividade da mensagem poderá ser muito eficiente.
iDig - Qual é a relação das meta tags no trabalho de otimização para os mecanismos de busca?
Willie Taminato – As meta tags já tiveram muita importância no processo de otimização. Hoje em dia, trabalharia com apenas 2 delas: a title e a description.
Esses elementos são muito importantes, pois compõem o snippet, o texto que aparece no resultado de busca. Ou seja, esses elementos acabam funcionando como anúncios que podem influenciar os usuários a clicarem nos resultados do site que você está otimizando.
iDig - Na sua avaliação, qual a principal ação que não pode faltar para que as empresas conquistem a primeira posição nos buscadores?
Willie Taminato – O primeiro ponto sempre será trabalhar com um conteúdo de qualidade e relevância para a sua audiência. O segundo ponto é conhecer bem sobre o funcionamento dos buscadores e sobre novas tendências na web. Entendendo isso, fica muito mais simples adaptar o seu conteúdo para ser bem visto por usuários, buscadores e atrair novos visitantes.
iDig - Você tem ideia de quanto (%) as empresas já investem em mkt de busca dentro de suas verbas de mkt? Isso vem crescendo?
Willie Taminato – Esse ano temos observado um grande aumento no investimento e, principalmente, na procura por serviços do marketing de busca. Acredito que há influência da crise e consequentemente uma procura maior por formas de investimento em mídia de resultado e performance.
iDig - Quais são as práticas que na sua avaliação as empresas não podem usar (Black hat)?
Willie Taminato – O Google sempre fala em seus comunicados: “O que é bom para o usuário, é bom para o Google”. Indo nessa perspectiva, pense que o Google não existe e reflita se o que você está fazendo é realmente bom para o seu usuário ou não. Se sim, mantenha. Se não for, pense em como alterar para que em primeiro lugar o seu usuário fique satisfeito.
Técnicas de texto escondido, cloaking, link farms, doorway pages, são técnicas que não são bem vistas pelos buscadores e devem ser evitadas, mas se em algum momento isso tudo fizer sentido para os seus usuários, então faça uma avaliação de riscos e avalie se no final das contas vale a pena manter esse tipo de técnica aplicada no site, pois, na maioria das vezes, o risco não compensa.
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“Não imite o seu concorrente, senão seu Link patrocinado vai virar paisagem”, comentou Maíra Barcellos, Diretora da Expedia.com, durante o curso da última quarta-feira (26/08) sobre Marketing de busca, promovido pelo iDig. Barcellos mostrou como funcionam as estratégias para Links Patrocinados e apresentou conceitos básicos para transformá los em conversão. Segundo ela, mas do que focar nos links patrocinados, a empresa deve pensar na estrutura global do site, principalmente na usabilidade.
Confira com exclusividade entrevista de Barcellos ao iDig
iDig - O que leva as pessoas na sua opinião a clicarem num link patrocinado?
Maíra Barcellos - É o diferencial do produto que o usuário está procurando. Preço chama muita atenção, condição de pagamento… Algo a mais que a busca orgânica não tenha. Na busca orgânica poucos casos mostram preço. Já o link patrocinado a empresa faz um anúncio com preço e focado no seu target. Diria que é a atração, isso seduz o usuário.
iDig – O que é fazer um bom link patrocinado?
Maíra Barcellos - Regra básica, não imite o seu concorrente se não o seu anúncio vai virar paisagem, principalmente se o seu concorrente é muito maior que você. Vai ganhar quem estiver na primeira posição ou a marca mais conhecida. Procure sempre usar a criatividade. Saiba quais são as palavras que combinam com o seu negócio e se diferencie do seu concorrente. Mais que isso é pensar na navegabilidade e usabilidade do seu site. Pense no global, pense no usuário.
iDig - O % de cliques em links patrocinados vem crescendo? E a taxa de
conversão?
Maíra Barcellos - A taxa de conversão é total responsabilidade do
anunciante e muitas vezes esse cara coloca a culpa no buscador. O anunciante atrela muito a taxa de conversão ao anuncio e não a Leading Page. As vezes o problema não é o anuncio do Link Patrocinado, e sim toda navegabilidade só site. O botão comprar está bem posicionado na página? As empresas devem se atentar a esses detalhes.Mas de forma geral, comparando com as outras mídias, ainda sim a taxa de conversão em SEM é muito superior.
iDig - A busca orgânica tem mais credibilidade. Como é esta divisão percentual entre pessoas que clicam na busca orgânica e em Links Patrocinados?
Maíra Barcellos - O percentual de Links patrocinados vem crescendo porque mais anunciantes buscam essa alternativa, são mais empresas entrando nesse mercado, tem mais player. E fazer um bom SEO não é pra qualquer um. Link patrocinado vem crescendo, mas SEO, para quem faz bem feito, está se tornando muito relevante. Se o SEO é bem feito e o site está bem otimizado o percentual de cliques, sem dúvida, aumenta.
iDig - Quais são as práticas que na sua avaliação as empresas não podem usar?
Maíra Barcellos – Enganar o usuário não é bom pra empresa. Então, criar páginas específicas para SEO não é uma prática legal. E eu já vi várias práticas dessas no mercado. Então, a empresa monta uma página com uma palavra-chave visada e coloca a marca no rodapé. Isso é induzir
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17 ago
Redes Sociais para os Negócios: TURMA LOTADA Rio de Janeiro - RJ27 ago
Redes Sociais para os Negócios Rio de Janeiro - RJ15 set
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Redes Sociais para RH Rio de Janeiro - RJiDigo - Núcleo de Inteligência Digital
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