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July 26
Escrito por: Guilherme Costa
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Uma boa dica para o monitoramento nas redes sociais que os nossos amigos do Mídia Boom deram recentemente foi o 48ers, uma ferramenta de monitoramento de redes sociais que apresenta seus resultados em tempo real. Basta digitar aquilo que procura e a ferramenta encontra os resultados disponíveis em diversas redes sociais, como Twitter, Facebook, Google Buzz, Digg e Delicious, dentre outras.
A ferramenta se assemelha visualmente, assim como na usabilidade, com o Google, e oferece seus recursos de graça. Experimente o 48ers.
E aproveitando que você está buscando mais informações sobre monitoramento as redes sociais, conheça o nosso curso Estratégias de Redes Sociais para os Negócios – Como usá-las para estreitar relações com seus clientes. Com 8 horas de duração, o treinamento tem como objetivo ajudar gestores e profissionais de marketing e comunicação a entender o novo cenário digital e dar insights para poderem planejar e trabalhar suas marcas e produtos nas mídias sociais.
Arquivos em: Marketing Digital* Métricas e Indicadores* Social Media
Texto originalmente publicado por Andrea Dunningham no blog Mercado Digital
Bruno Rodrigues , autor de “Webwriting – Redação & Informação para a Web” acaba de dar uma bela contribuição para quem escreve para a internet, seja conteúdo de notícias, textos para sites, blogs corporativos ou ações em redes sociais. Bruno desenvolveu para o Ministério do Planejamento a ‘Cartilha de Redação Web’, que está disponível gratuitamente para download em pdf.
O objetivo do trabalho foi estabelecer um manual de boas práticas para a geração de conteúdo de forma direta e objetiva nos sites governamentais, mas as dicas da cartilha ajudam a melhorar o desempenho de qualquer produtor de conteúdo.
Segundo Bruno, perceber o texto como um entre diversos formatos da informação para a mídia digital é a lição inicial – e fundamental. Ele destaca cinco pontos obrigatórios na hora de escrever para web: persuasão, objetividade, relevância, credibilidade e abrangência. A cartilha fala ainda de formatos de distribuição de conteúdo, títulos, links, imagem, áudio, vídeo, arquitetura da informação, usabilidade , entre outros temas.
Bruno também é professor do iDigo e no dia 15 de Setembro estará com a gente no nosso curso “Ações de comunicação em meio digital”, que tem como objetivo mostrar o uso da internet na estratégia de comunicação corporativa. Bruno dará um módulo de webwriting, ensinando aos profissionais como escrever para a web e com isso obter melhores resultados , inclusive, no posicionamento de sua notícia nos buscadores.
O treinamento tem ao todo oito horas de duração e contará com outros três módulos: experiências corporativas em redes sociais, integração de estratégias online e offline e marketing de busca. Veja o programa completo.
Arquivos em: Marketing Digital
Post originalmente postado no blog Mercado Digital
Ação super criativa da Ikea usando o Facebook foi premiada com um Titanium em Cannes Lions 2010. Usando apenas o álbum de fotos, uma das funções mais populares do Facebook, a Ikea – varejista de móveis sueca que serviu de inspiração para a nossa Tok Stok – conseguiu viralizar uma ação simples, mas que fez as pessoas ganharem produtos da rede e espalhar a novidade para os amigos, aumentando assim a divulgação da loja.
Para marcar a inauguração da filial de Malmo, cidade sueca próxima a Kopenhagen, na Dinamarca, eles criaram um perfil no Facebook para o gerente Gordon Gustavsson e postaram, ao longo de duas semanas, 12 fotos de ambientes, decorados com diversos itens. A primeira pessoa a taggear um dos produtos em seu nome, levava o item de graça.
Gordon parabenizava as pessoas em seu perfil e colocava lenha na conversa. A interação foi acontecendo e consequentemente a ação foi viralizada pelos perfis que participavam da promoção. A demanda por novas fotos cresceu.
“Facebook Showroom”, criação da agência sueca Forsman & Bodenfors, mostra como envolver pessoas com baixo custo e boas ideias. Veja o vídeo case.
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Por Andrea Dunningham
Olha que inovadora essa campanha da Natura para gerar experimentação do perfume masculino Kaiak. Eles fizeram um acordo com 15 lan houses, em São Paulo, para instalar um sistema que permitisse aos internautas sentirem o cheiro do perfume quando clicassem no banner com o anúncio da marca. Como assim? A saída foi materializar o banner. E com cheiro. O melhor é ver o vídeo para entender.
Na prática, desenvolveram um hardware e colocaram atrás de cada computador. Assim, quando a pessoa clicava na peça, o banner saía, misteriosamente, por trás da tela. O mais engraçado é ver a cara de susto da galera quando a ação é iniciada.
A taxa de clique da ação foi de 17,2%, 43 vezes acima da média. Foram impressos 10 mil “banners “ em uma semana. Show!
*Post originalmente publicado no blog Mercado Digital
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May 31
Escrito por: Guilherme Costa
0 comentário(s)Em época de Copa do Mundo todo mundo pensa em como ganhar dinheiro com o amor dos torcedores pelo futebol. E a Nike não deixou por menos. Seu novo anúncio, Write the Future, uma verdadeira super produção audiovisual de 3 minutos, entra nos anseios tanto das torcidas quanto dos atletas, que têm neste momento o ápice de suas vidas e carreiras.
Dirigido por Alejandro Gonzalez Iñárritu, diretor do filme Babel, o novo vídeo promocional mostra que a Nike realmente entendeu seu público. Em sua primeira semana, o anúncio bateu o recorde de visualizações no Youtube, com 7,8 milhões. Write the Future ultrapassa quebra, assim, o recorde do vídeo Earl and Tiger, também da Nike, lançado após o retorno de Tiger Woods ao golf, com 6,3 milhões de exibições na primeira semana.
Confira o vídeo, que neste momento já conta com mais de 11 milhões de exibições:
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Quer concorrer a uma vaga gratuita para o nosso próximo curso “Campanha Política na Web – O que considerar na hora de montar sua plataforma digital”, a ser realizado dia 18 de junho, no Rio de Janeiro? Então participe do nosso concurso cultural pelo Twitter, respondendo a pergunta: “Como os políticos podem utilizar as mídias sociais para se comunicar melhor com o eleitorado?” Além da vaga gratuita, premiaremos mais duas pessoas com descontos de 50%. Para concorrer é preciso seguir o iDigo no Twitter e colocar na mensagem hashtag #concursoidigo. Serão aceitas as respostas enviadas até domingo, dia 23 de maio. O resultado será divulgado neste post e pelo nosso Twitter na segunda, dia 24 de maio. Confira o regulamento do concurso.
As aulas do curso serão ministradas por profissionais atuantes no mercado, tanto em mídias digitais quanto em política. Com a apresentação de cases de sucesso e as mais novas tendências no Brasil e no exterior, o a programação se divide em 4 módulos (num total de 8 horas/aula) para atualizar os profissionais e prepará-los para atuar na web 2.0:
1) O modelo Obama
2) Redes Sociais – aliadas nas campanhas
3) O uso do mobile nas campanhas políticas
4) Os benefícios do marketing de busca
Veja aqui os depoimentos de alguns profissionais que estiveram presentes na última edição do nosso curso, realizado dia 14 de maio e elogiada pelo blog Mídia Boom, especializado em mídias sociais:
Val-André Mutran, assessor de imprensa de um Deputado Federal em Brasília:
“Exatamente dentro da expectativa que a gente tinha e acho que está, inclusive, se superando nesta segunda parte, bem rica. Mostra um outro horizonte dessas ferramentas que vamos ter disponíveis para trabalhar para os nossos clientes.”
Samanta Coldebela, publicitária, mora no Rio de Janeiro, mas presta serviços para a Secretaria de Comunicação de Mato Grosso:
“O curso como um todo está me surpreendendo, os temas são muito atuais. Os palestrantes são profissionais que estão no mercado, têm dados quentes, novos, para passar para nós, muito conteúdo, muito interessante. A dinâmica do curso é muito bacana também, porque todos eles permitem interagir e conversar, tirar dúvidas, fazer perguntas, então não é aquela coisa monótona, cansativa. A estrutura para receber os alunos está sensacional, então eu estou gostando muito, está me surpreendendo.”
Assis Figueiredo, dono de uma empresa de comunicação em São Paulo:
“Achei todos ótimos. Foi muito bom porque me tiraram um monte de dúvidas, me deram um monte de insights. E o último módulo foi muito bom, muita coisa do Google eu não sabia. É uma meta poderosa, podemos utilizar muito isso.”
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April 15
Escrito por: admin
0 comentário(s)Por Guilherme Costa

‘Se você aumenta a quantidade de conversas, acaba conseguindo mais clientes.’ A afirmação, feita durante nosso curso Como trabalhar sua marca nas redes sociais, no ultimo dia 9, é de Fábio Seixas, sócio-fundador de uma das mais bem sucedidas lojas virtuais, a Camiseteria. Com um modelo de negócios que valoriza a forças das redes sociais, Seixas tem motivos de sobra para comemorar a relação que tem com o consumidor. “Mantemos um canal aberto com nosso consumidor. Hoje de 10% a 12% do nosso faturamento vem do Twitter. De 3% a 4% vem do Facebook.”
Seixas alertou também para uma questão importante quando o assunto é marketing na internet: algumas empresas podem até ter medo das redes sociais e decidir não atuar nelas, mas suas marcas já estão lá, expostas pelos consumidores. “As empresas estão nuas. É bom admitir e começar a dançar.”
A reflexão de Seixas é consenso entre os profissionais que participaram do curso. Robert Rodrigues, diretor da Neocontact, agência de atendimento nas mídias sociais, iniciou sua aula lembrando ao grupo de 40 executivos que participavam do curso, que não é uma escolha das empresa se elas vão entrar ou não nas redes sociais. “A escolha é do consumidor. A internet potencializou um boca-a-boca que sempre existiu”, atesta. Com as redes, há uma ferramenta a mais para facilitar estas interações entre as pessoas. “A gente trabalha com gente. E a gente tem que pensar sempre em pessoas. A internet é uma rede de pessoas”, diz , apresentando em seguida um perfil de cada uma das redes e cases de sucesso de empresas que entenderam o comportamento nos diferentes canais disponíveis online e interagiram com seus consumidores.
Trazendo experiências adquiridas no trabalho em empresas como UOL e na rede social O Livreiro, onde ocupa o cargo de gerente, Verena Petitinga entrou em seguida reforçando o que foi dito por Rodrigues. “O que mais importa não são as tecnologias. São as relações, construídas por ambas as partes”, lembra Verena, explicando que as empresas não podem simplesmente lançar conteúdo para seu público, mas precisam também interagir com ele. “Se você mandar um SMS pro seu amigo agora e ele não responder, isso é uma conversa? Converse, não envie mensagens.”
Estar atento à movimentação do consumidor é passo fundamental nesse processo. Para a CEO do iDigo, Joyce Jane Meyer, é importante ter em mente que nas redes sociais, às vezes você planeja uma coisa e as pessoas fazem outra. ”Você tem sempre que estar mudando”, afirma, ressaltando que isso permeia diversos cases conhecidos, como a alteração da missão do Twitter, que se adaptou ao uso que os membros de sua rede fizeram do serviço – a rede mudou sua proposta de “o que você está fazendo” para “divida com o mundo” e, mais recentemente, para “descubra o que está acontecendo agora, em qualquer lugar do mundo”.
Observar o comportamento do consumidor é tarefa número um na hora de atuar. Segundo Guilherme Rios, gerente de projetos da E.Life, agência especializada em monitoramento de marcas na internet, as empresas precisam avaliar onde ocorrem as atividades do seu consumidor na internet para, aí sim, definir em que canal deverão atuar. Para ele, encarar as redes sociais como apenas mais uma etapa no trabalho de divulgação é um erro comum, que precisa ser evitado. “Não pense nas redes sociais como apenas mais um canal de marketing.”
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April 08
Escrito por: admin
0 comentário(s)Por Guilherme Costa
Esta é uma pergunta interessante. Entender como as maiores empresas do mundo atuam nas mídias sociais pode ajudar a prever tendências que mais tarde chegarão por aqui. Abaixo segue um infográfico feito pela Flowtown, empresa que atua conectando os negócios aos consumidores.
Segundo os dados abaixo, coletados pela Burston Marsteller, em seu estudo The Global Social Media Check-up, de 2010, das 100 maiores empresas do mundo, listadas pela Fortune:
65% usam Twitter
54% usam Facebook
50% usam Youtube
33% usam Blogs
Separando as empresas geograficamente, o percentual que utiliza ao menos uma das ferramentas acima é:
86% nos Estados Unidos
88% na Europa
50% na Ásia
Na última semana de janeiro de 2010:
82% atualizou o canal no Twitter, com uma média de 27 tweets
59% atualizou a página no Facebook, com uma média de 3,6 posts
Média de seguidores das empresas no Twitter: 1.489
Média de fãs das empresas no Facebook: 40.884
*Dados coletados de novembro de 2009 a janeiro de 2010.

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Por Cláudia Valls

O Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 400 milhões de usuários, vai passar a oferecer um serviço baseado na localização geográfica. Pelo menos, foi o que divulgou o jornal The New York Times. Um porta-voz da empresa, entretanto, desmentiu a informação, afirmando que “estamos constantemente experimentando novas idéias e produtos internamente. Não temos nada mais para compartilhar neste momento.”
Coincidentemente ou não, assim que a matéria do TNYT foi publicada, o Twitter acionou o seu próprio geo-localizador por um curto período de tempo, desativando-o em seguida. Especialistas dão como certo que o episódio é a prova que o microblog também passará a oferecer os mesmos serviços aos seus internautas. Apesar de nada ser oficial, os serviços de localização geográficas seriam apresentados pelo Facebook em sua conferência de desenvolvedores, no final de abril, enquanto o Twitter faria o mesmo durante a exposição SXSW (South by Southwest Interactive Festival), que começa hoje em Austin, Texas.
Na opinião do articulista Daniel Ionescu, da PC World.com, há prós e contras na utilização do novo serviço. Se, por um lado, o usuário pode receber notícias relevantes localizadas e encontrar amigos e pessoas com interesses afins pela vizinhança, por outro passará a receber ainda mais publicidade, não terá controle em quem acessa suas informações e os criminosos também usam as redes sociais. Ionescu lembra que o Facebook não tem um bom histórico no que diz respeito à privacidade de seus usuários e que qualquer acidente poderia se transformar num pesadelo.
Mas não há com que se preocupar: a utilização da nova ferramenta é opcional nas duas companhias e em ambos os casos, se o usuário quiser usá-la, terá que dar um opt-in, selecionando a opção de ativar o recurso.
Fontes: PC World.com, CNET.com e eWeek.com
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March 08
Escrito por: admin
0 comentário(s)Por Cláudia Valls
A edição do World Mobile Congress de 2010, em Barcelona, organizada pela GSM Association (Global System for Mobile), contou com quase 50 mil visitantes oriundos de 200 países. O congresso, além de mostrar o que há de mais moderno em matéria de smartphones, também discutiu o faturamento de todos os negócios relacionados à telefonia móvel e as expectativas futuras do mercado.
Alguns dados dão a dimensão do mercado de telefonia móvel mundial:
• O gasto com equipamentos e serviços ultrapassou U$ 1 trilhão pela primeira vez em 2009. Toda a cadeia de fornecimento de internet sem cabo acumulou U$ 900 bilhões de receita. Ao adicionarmos U$ 110 bilhões consumidos em aparelhos wireless e acessórios de ponta, o valor total gasto somaria U$1.01 trilhões.
• A demanda de celulares deve crescer para 1,28 bilhões de unidades. Em 2009, a mesma demanda foi de 1,14 bilhões de unidades.
• É esperada uma demanda de 246,9 milhões de smartphones – 12,1% a mais do que no ano passado.
• A Apple continua prevalecendo na indústria, pois é quem detém o maior fluxo de negócios.
• O Google está atraindo o mercado de smartphones, apesar de continuar em 2º lugar, atrás da Apple. Aproximadamente 30% de todos os modelos apresentados usam ou podem usar o Android como sistema operacional – o triplo de 2009.
• Esperam-se que mais de 20 smartphones OEMs (Original Equipment Manufacturer) usem a plataforma do Google.
• O número de celulares equipados com GPS deve crescer 28% em 2010, chegando a 376 milhões de unidades.
• Esse percentual deverá crescer para 33% em 2011.
• Com a rápida queda do preço médio dos smartphones, os aparelhos alcançarão a uma demanda maior, o que, provavelmente, acabará por causar problemas no tráfego entre as operadoras.
Nos anos 90, o engenheiro de redes Bob Metcalf previu que a explosão de vendas de PCs faria as redes fixas entrarem em colapso por ausência de infraestrutura, ou seja, não dariam conta da demanda por banda. A mesma teoria, agora, preocupa a indústria de mobile. E há motivos de sobra. Logo no dia de abertura do congresso, muitos dos exibidores reclamavam de problemas de conexão com a internet, mesmo com o uso de cabos. O mesmo aconteceu com os jornalistas presentes ao evento, que contavam com que as conexões wifi não os deixassem na mão. Não deram sorte, pois a conexão ora falhava, ora era demasiadamente lenta. Os problemas ocorriam ao mesmo tempo em que se discutia a nova LTE (Long Term Evolution), tecnologia que também é conhecida como 4G.
A verdade é que o surgimento desses aparelhos superpotentes e sua adesão por grande parte dos consumidores já está esgotando as redes móveis em algumas regiões do planeta. Pesquisa da empresa de consultoria Bernstein Research aponta que, no final de 2009, já existiam 312 milhões de smartphones e 273 megabytes (MB) consumidos mensalmente. Esses números revelam um crescimento de 158% no consumo de dados em relação ao ano anterior.
E esse crescimento tende a aumentar, afirmam especialistas, que acreditam que há duas formas de se lidar com o problema. Uma delas seria cobrar uma taxa dos sites mais acessados, como o Google, por exemplo. A outra maneira seria fazer o consumidor pagar pelo volume de dados que acessa ou “baixa” em seu aparelho. Seja como for, alguém terá de pagar a conta da evolução da internet e suas novas tecnologias.

novos smartphones
Fontes: Revista Época, Portal Terra, PCMag, Mobile World Congress e StreetInsider.com
Arquivos em: Comportamento do Consumidor* E-commerce* Marketing Digital* Mobile Marketing
17 ago
Redes Sociais para os Negócios: TURMA LOTADA Rio de Janeiro - RJ27 ago
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