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June 17
Escrito por: Guilherme Costa
0 comentário(s)O Brasil é o país mais inclinado ao uso das redes sociais, informa uma pesquisa da Nielsen, divulgada esta semana. Segundo o relatório, o Brasil é o país com o maior percentual de usuários de internet que fazem uso de redes sociais e blogs, com adesão de 86% destes, gastando em média 5 horas por mês.
No mundo, 22% dos usuários de internet fazem usos destas redes, e o número de pessoas que fazem uso delas cresce 24% ao ano. Em média, em abril deste ano foi gasto 66% mais tempo em redes sociais e blogs que no mesmo período do ano passado, hoje chegando a uma média de 6 horas por mês.

Arquivos em: Social Media* pesquisa
Por Cláudia Valls
O Google lançou na última segunda feira, dia 8, um mecanismo novo e ainda em fase de experiência que permite que seus usuários acessem bancos de dados públicos e transformem os subsídios coletados em gráficos de visualização sofisticados. Chamado de Google Public Data Explorer, o serviço é uma ferramenta que oferece métricas globais de áreas como educação, trabalho, economia etc.
A empresa já proporcionava a consulta das informações contidas em 13 bancos de dados públicos e disponibilizou as pesquisas mais procuradas. A maior parte ainda se concentra em assuntos que dizem respeito aos Estados Unidos, mas há, entretanto, estudos dos relatórios do Banco Mundial e da OECD (Organization for Economic Co-operation and Development), o que possibilita análises mais abrangentes. Para estabelecerem quais seriam os tópicos de maior demanda, a companhia usou critérios parecidos aos usados no Google Trends e no Google Insights, ou seja, analisou bilhões de perguntas a respeito de assuntos diversos e as filtrou, excluindo spams e repetições.

Além do Banco Mundial e da OECD, a corporação contou com os dados fornecidos por outros bancos de dados, como U.S. Bureau of Labor Statistics, U.S. Census Bureau, Organization for Economic Co-Operation and Development, the California Department of Education, Eurostat, U.S. Center for Disease Control e U.S. Bureau of Economic Analysis. Aqui estão alguns exemplos das pesquisas proporcionadas pelo Google Public Data Explorer:
1. Lista de escolas boas e ruins
2. Desemprego
3. População
4. Impostos sobre vendas
5. Salários
6. Taxas de câmbio
7. Estatísticas criminais
8. Estatísticas de saúde (condições de saúde)
9. Estatísticas de Desastres
10. Produto Interno Bruto (PIB)
12. Nível de Pobreza
13. O preço do petróleo
14. Salário mínimo
15. Índice de preços, a inflação
16. Mortalidade
17. Custo de vida
18. Resultados eleitorais
19. Nomes próprios
20. Acidentes, infrações de trânsito.
Fontes: InformationWeek.com, PC Magazine, CNet.com e The Official Google Blog
Arquivos em: Marketing de Busca* Métricas e Indicadores* Social Media* pesquisa
February 24
Escrito por: admin
0 comentário(s)Por Cláudia Valls

Os voluntários que participaram do quarto estudo “Future of Internet” (895 pessoas, sendo 371 experts e 524 usuários indicados por esses experts), conduzido pela Pew Internet & American Life e pela Imagining the Internet Center, pertencente a Elon University, responderam à seguinte pergunta: “Is Google making us stupid?” (O Google está nos tornando burros?).
A investigação foi motivada pelo artigo escrito pelo Analista de Tecnologia Nicholas Carr e que foi capa da revista Atlantic Monthly, em julho de 2008. Em sua crônica, Carr dizia, entre outras coisas, que não pensava mais do mesmo jeito de antes do advento da internet porque passou a ler superficialmente várias matérias publicadas na web. Anteriormente, ele era um leitor mais atento ao conteúdo das obras e se aprofundava nas questões que essas levantavam.
“O tipo de leitura profunda que uma sequência de páginas impressas promove não é importante apenas para o conhecimento que adquirimos a partir da escrita do autor, mas sim para as vibrações intelectuais que aquelas palavras introduziram em nossas próprias mentes”, escreveu Carr.
Em contraponto, Jamais Cascio, um afiliado do “Institute for the Future” (Instituto para o Futuro) e professor sênior no Institute for Ethics and Emerging Technologies, escreveu outro artigo para a mesma revista em que indagava se o Google estava nos tornando mais inteligentes. Ele alegava que, enquanto a proliferação de novas tecnologias e mídias pode constituir um desafio à capacidade de concentração dos indivíduos, há evidências de que “estamos desenvolvendo uma inteligência fluida, uma habilidade de encontrar significado em meio ao caos e resolver novos problemas, independente do conhecimento adquirido” E completou que espera que os tecnólogos produzam ferramentas que ajudem às pessoas a acharem e acessarem informações de forma mais inteligente.
O estudo indicou que 76% do total de todos os entrevistados e 81% dos experts crêem que o Google nos torna mais inteligentes. A inteligência será reforçada com a facilidade de acesso à informação e tornarão as pessoas mais espertas e farão escolhas melhores. Mesmo com resultados tão eloqüentes, Nicholas Carr afirmou que continua a pensar da mesma forma. Em contrapartida, Hal Varian, economista-chefe da Google declarou: “O Google vai tornar-nos mais informados. A pessoa mais inteligente do mundo pode muito bem estar atrás de um arado na China ou na Índia. Fornecer acesso universal à informação permitirá que essas pessoas atinjam seu pleno potencial, proporcionando benefícios para todo o mundo.”
Fontes: idgnow! e
PewResearchCenter
Arquivos em: Comportamento do Consumidor* pesquisa

Por Cláudia Valls
O iDigo realiza amanhã o curso “Campanha Política na web – o que considerar na hora de montar sua plataforma digital”, uma oportunidade de treinamento para candidatos, assessores políticos, profissionais de marketing, assessores de imprensa e gestores de campanha que querem afinar sua plataforma digital.
O treinamento vai abordar o modelo utilizado na campanha de Obama, os benefícios do marketing de busca, o uso das redes sociais e do mobile marketing nas campanhas por três profissionais que estão por dentro do assunto: Claudio Torres, Consultor do iDigo; Marcelo Ribeiro coordenador de SEO da i-cherry; Roberto Cassano, diretor de estratégia da Agência Frog e Marcelo, sócio diretor da F.biz. Aproveite e faça sua inscrição.
Numa eleição memorável por ter feito o americano médio deixar de lado o racismo, o marketing digital teve poder decisivo. Pela primeira vez na história, a internet foi o fator determinante para se atingir o coração do eleitor. Todo um arsenal virtual foi usado de forma pioneira pela equipe do então candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama. Mobile marketing, interação com redes sociais, e-mail marketing, aplicativos disponíveis para download e campanhas virais foram largamente utilizadas pelos marketeiros do Partido Democrata americano. O resultado é conhecido por todos.
2010 será um ano eleitoral no Brasil. Os cidadãos brasileiros elegerão seus representantes, que disputarão seus votos usando uma ferramenta até então desprezada: a internet. Após aprovação da reforma eleitoral, nossos candidatos brasileiros prometem investir nas campanhas via web. Páginas na internet, blogs, perfis no Orkut, Facebook e Twitter fazem parte das novas plataformas políticas. Mas todas essas medidas só se tornam eficientes com uma estratégia clara e com uma utilização adequada. E cada passo traçado para uma campanha vitoriosa requer conhecimentos específicos, como a correta utilização das redes sociais, das ferramentas de busca e todas as possibilidades oferecidas pela web.
Arquivos em: Marketing Digital* Social Media* pesquisa

Por Cláudia Valls
Os resultados de uma recente pesquisa realizada pela TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing, entitulada de Marketing Visão 360º, apontam que, em 2010, 84% das empresas planejam executal algum tipo de marketing na internet, o que representa um aumento de 10% em relação a 2009.Ao todo, 430 profissionais da área de marketing fizeram parte da pesquisa. Os entrevistados atuam em companhias brasileiras e multinacionais dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis.
Os dados da análise mostram que, para as empresas que investem em até R$1 milhão em marketing, a web será usada em 50% das ações planejadas. As companhias que investem mais de R$ 10 milhões, por sua vez, planejam gastar 25% de seus orçamentos nos meios digitais. Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International, ressalta para o intenso movimento de migração do off-line para o on-line em ações de marketing direto e nota que mesmo com a inclusão de ações digitais, a verba de marketing das empresas não diminuiu em 2009, pois 40% das empresas que investiram no segmento tiveram aumento no orçamento, enquanto 50% de outras organizações não houve alterações no budget.
A mesma pesquisa indica que 78% das corporações organizações utiliza a Internet principalmente para divulgar produtos e 69% para se relacionar com os consumidores. De todas as companhias ouvidas, 30% possuem blogs corporativos, 30% utilizam o Twitter e 16% o Orkut. Os recursos das redes sociais, porém, ainda não são explorados por 30% das corporações . O e-mail marketing é principal ferramenta, usada por 88% das empresas pesquisadas, seguida de anúncios em sites segmentados (53%), ações em sites de relacionamento e links patrocinados (50%).
De acordo com Bruno Mello, diretor executivo do portal Mundo do Marketing, os resultados do estudo indicam que o marketing digital veio para ficar. “Daqui para a frente dificilmente as empresas conseguirão se relacionar com seus consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, afirma.
O iDigo – Núcleo de Inteligência Digital dará o curso ” Marketing Digital – Tendências e Práticas de Sucesso” nesta quarta feira, dia 2 de dezembro. Saiba mais aqui.
Arquivos em: E-commerce* Marketing Digital* Social Media* pesquisa
November 18
Escrito por: admin
7 comentário(s)
A presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a marca nessa rede. A conclusão é de uma pesquisa inédita realizada pelo iDig – Instituto Digital que acaba de ser apresentada com exclusividade no III Seminário de Empreendedorismo IEL-RJ . Nesse trabalho, realizado em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres, foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20 de setembro a 24 de outubro de 2009.
Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas que não têm Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período. Segundo o consultor do iDig Claudio Torres, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas.
A pesquisa constatou que as empresas dos setores de telefonia e automotivo são as que mais apostam na presença no Twitter. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores), o quadro muda, passando seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog.
O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar.
Veja os principais dados da pesquisa:
Das 50 marcas analisadas, 42% têm perfil no Twitter.
Estas marcas têm em média 3.053 seguidores.
As marcas que têm perfil no Twitter correspondem a 74% das mensagens sobre marcas.
A presença no Twitter dobra a quantidade de mensagens sobre a marca.
As dez marcas mais citadas correspondem a 57% do total de mensagens sobre marcas.
Os setores com maior penetração no Twitter são telefonia, bebidas, automotivo e financeiro.
Em média, 11,2% das mensagens sobre marcas são retransmitidas pelos consumidores. O setor de cosméticos está significativamente acima desta média.
Além disso, a pesquisa monitorou o volume total de mensagens postadas (Tuits) no Twitter no Brasil e constatou, no período analisado, que:
A cada 600 mensagens (tuits), uma menciona uma das marcas analisadas.
A cada 33 segundos, há uma mensagem (tuit) mencionando uma das marcas analisadas.
Segundo Andréa Dunningham, Diretora Executiva do iDig, essa análise é o primeiro produto do iDig Monitor, que pretende colaborar com a disseminação de conhecimento no mercado digital.
A pesquisa está disponível gratuitamente no site do iDig
Para maiores informações entre em contato com Melina Pockrandt Robaina (melina@nume.com.br)
Arquivos em: pesquisa
17 ago
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