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	<title>iDigo</title>
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	<description>Núcleo de Inteligência Digital</description>
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		<title>Dicas para se usar as mídias sociais no ambiente de trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls Não é mais nenhuma novidade para ninguém bem informado que as mídias sociais estão mudando a sociedade – tanto do ponto de vista dos relacionamentos interpessoais quanto... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8282">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8283" href="http://www.idigo.com.br/archives/8282/social-media-options"><img class="aligncenter size-full wp-image-8283" title="social-media-options" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/social-media-options.jpg" alt="" width="400" height="251" /></a></p>
<p>Por Claudia Valls</p>
<p>Não é mais nenhuma novidade para ninguém bem informado que as <strong>mídias sociais</strong> estão mudando a sociedade – tanto do ponto de vista dos <strong>relacionamentos interpessoais</strong> quanto do seu impacto no ambiente de trabalho. Obviamente, ainda há questões a serem resolvidas no que diz respeito ao relacionamento mídias sociais versus trabalho. Por exemplo, você, leitor, pode usar sites de redes sociais no seu emprego? Caso a resposta seja afirmativa, como se deve proceder para que uma atividade não atrapalhe e/ou prejudique a outra?<span id="more-8282"></span></p>
<p>Aqui vão algumas dicas importantes das melhores práticas de <em><strong>networking</strong></em> em seu ambiente de trabalho:</p>
<p>1 – <strong>Conheça a política da sua empresa </strong>- assegure-se que conhece a política de sua companhia. Se você não consegue encontrar um estatuto de sua empresa, peça a algum colega de trabalho ou, simplesmente, saia perguntando. Melhor do que cometer uma gafe. Saiba quais são os sites permitidos e os que foram definitivamente banidos. Também use o <strong>bom senso</strong> – o fato de alguma coisa não ser oficialmente proibida, não quer dizer que seja uma boa ideia.</p>
<p>2 – <strong>Atenção à mistura entre vida pessoal e vida professional </strong>– Tenha cuidado ao usar os canais de sua companhia. Você pode ser você mesmo, mas esta seu personalidade não combinar com a da sua empresa. Uma empresa multi-nacional tem um perfil completamente diverso de uma agência de publicidade. Pense nisto.</p>
<p>3 – <strong>O privado não é mais tão privado assim</strong> – Só porque você enviou uma mensagem particular para alguém não quer dizer que esta continuará particular. Um artigo da <strong>Mashable</strong> mencionou o teste do The New York Times onde, aparentemente, uma <strong>mensagem</strong> privada foi parar na primeira página do jornal novaiorquino. Desagradável.</p>
<p>Eu li em um post algum articulista dando um excelente conselho: <strong>“pense duas vezes, escreva apenas uma vez.</strong>” Esta é, definitivamente, uma sugestão preciosa para quem usa as mídias sociais em seus trabalhos. Bom senso, juízo, cautela, discrição, ponderação, <strong>prudência</strong>, reserva, sabedoria, sensatez, discernimento e <strong>cuidado</strong>. Desta forma, não há como errar a mão e colocar o seu emprego em <strong>risco</strong>.</p>
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		<title>Campanha no Twitter faz sucesso na Casa Branca</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 12:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls Esta é para quem ainda duvida do poder das redes sociais: uma campanha desenvolvida pela administração do Presidente Obama (EUA), chamada de #40dollars e lançada em dezembro... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8259">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8260" href="http://www.idigo.com.br/archives/8259/obama_twitter"><img class="size-full wp-image-8260 alignnone" title="obama_twitter" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/obama_twitter.jpg" alt="" width="337" height="419" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-8260" href="http://www.idigo.com.br/archives/8259/obama_twitter"></a>Por Claudia Valls</p>
<p>Esta é para quem ainda duvida do poder das <strong>redes sociais</strong>: uma campanha desenvolvida pela administração do Presidente Obama (EUA), chamada de <strong>#40dollars</strong> e lançada em dezembro passado, foi reeditada ontem, por conta de seu sucesso. A hashtag em questão diz respeito ao que U$ 40 significam para os usuários do Twitter – ou seja, para as pessoas comuns – que responderam à pergunta se e como esta quantia faria falta se fosse subtraída de seus contra-cheques semanais.<span id="more-8259"></span></p>
<p>Isto porque o <strong>Partido Republicano</strong> (adversário do atual presidente americano) apresentou uma proposta de <strong>imposto</strong> que significaria o corte de exatos U$ 40 por semana do trabalhador comum.<br />
A campanha foi um sucesso instantâneo e ultrapassou as barreiras partidárias, colocando o espinhoso assunto de impostos nas conversas quotidianas. Para se ter uma ideia, quando foi lançada, a <strong>#40dollars</strong> foi parar nos trending topics em apenas 45 minutos, gerando <strong>6 mil tweets por hora</strong>.</p>
<p>O presidente Obama anunciou a renovação da campanha #40dollars em um vídeo de 40 segundos no <strong>YouTube</strong>, onde pede aos cidadãos que o apóiam que usem a hashtag no microblog ou que façam comentários no site da Casa Branca. “Suas vozes mudaram o debate e fizeram com que Washington se lembrasse o que está em jogo. Bem, mais uma vez, eu preciso de vocês.”, disse Obama no clipe. E prosseguiu: “Todos nós precisamos que vocês se expressem porque, se o <strong>Congresso</strong> falhar em agir logo, então os impostos que incidem sobre a classe média aumentarão”.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/V72hLwHcRd0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/V72hLwHcRd0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Recado dado e recebido. A <strong>hashtag</strong> voltou a fazer sucesso e os americanos seguem respondendo como U$ 40 / semana fariam falta em suas vidas. Mais uma vez, os responsáveis pelas mídias sociais de <strong>Barack Obama</strong> dão uma aula sobre como tirar benefícios destes (não tão) novos meios de comunicação.</p>
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		<title>Monitoramento digital: o braço direito de sua marca</title>
		<link>http://www.idigo.com.br/archives/8227</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 12:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iDigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rogério Carvalho Duas palavrinhas estão em alta e andam fazendo toda a diferença na comunicação contemporânea: Redes sociais. Afinal, quem é que consegue ficar longe de Facebook, FourSquare ou... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8227">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8228" href="http://www.idigo.com.br/archives/8227/monitoramento-2"><img class="alignnone size-medium wp-image-8228" title="monitoramento" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/monitoramento-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Por Rogério Carvalho</p>
<p>Duas palavrinhas estão em alta e andam fazendo toda a diferença na comunicação contemporânea: Redes sociais. Afinal, quem é que consegue ficar longe de <em>Facebook, FourSquare </em>ou <em>Twitter</em>? Essa dinâmica de conversas e outras interações em tempo real de forma pública, já são inerentes à nossa rotina. E as empresas já estão tirando proveito deste comportamento do público e buscam cada vez mais estarem presentes no universo virtual.<span id="more-8227"></span></p>
<p>O sócio da agência <em><strong>E.LIFE</strong></em>, Alessandro Barbosa Lima afirma que essas comunidades não podem ser vistas somente como mídia, mas também são também fonte de conteúdo – “é olhar o mercado em tempo real” -, diz. E esta sabedoria de Alessandro vem da vasta experiência em <strong>monitoramento digital, </strong>que pode ser considerada uma ferramenta fundamental do marketing na atualidade.</p>
<p>Com milhões de usuários, as diversas redes sociais são extensões de nossas salas de estar e mesas de bar, onde os assuntos são repercutidos de forma objetiva, sem pudores, o <strong>usuário fala</strong> abertamente (bem ou mal) do que gosta, de suas experiências (com produtos, empresas, situações e pessoas), é o ambiente perfeito para as instituições avaliarem as impressões que clientes/consumidores tem da mesma. É um termômetro mais fiel à verdade nua e crua. Aliás, as empresas precisam marcar seu território e se fazerem presente, mesmo que de forma mais passiva. Pois nesse meio virtual não são as instituições que decidem que temas são “quentes”, mas a massa. O coletivo de usuários tornou-se uma força natural que age como as marés, levantando ou afundando as marcas. Isto fica evidente ao percebermos que algumas vezes uma campanha que custou milhões de reais não engrena, enquanto outra com uma idéia “boba” vira um hit (vide casos de <a href="http://www.idigo.com.br/archives/7900" target="_blank">Luiza no Canadá</a> e Pôneis Malditos).</p>
<p>E para poder aproveitar da melhor forma essa fonte riquíssima de informações é que cada vez mais se usam monitoramentos. E monitorar não é simplesmente quantificar e qualificar as impressões do internauta, também chamado de <em><strong>buzz</strong>, </em>mas interpretar esses dados. E, antes mesmo de começar a pesquisa, é preciso traçar objetivos. Saber, por exemplo, o que os consumidores pensam de uma marca de cerveja é um dado que pode se aproveitado de diversas maneiras, para o <strong>concorrente</strong> é uma forma de explorar as fraquezas, para o setor de <strong>logística</strong> saber se a distribuição é eficiente, para a produção serve como teste de qualidade e para o <strong>marketing</strong> funciona como pesquisa de mercado. Ou seja, ter a meta traçada influencia diretamente nos resultados e no próprio desenvolvimento da pesquisa.</p>
<p>Utilizar as ferramentas de monitoramento como <em><strong>Scup</strong>, LiveBuzz, Socialmetrix</em> entre outras dá a possibilidade de cada vez mais se aproximar ao consumidor, a entender de forma mais rápida o <strong>comportamento do público-alvo</strong>. Embora essa possibilidade seja bastante sedutora, não é tão simples de alcançar as métricas ideais. Monitorar, em última instância, é um exercício subjetivo e que demanda tempo. É um processo de transformação de dados coletados em informação, e dela em conhecimento. E, é justamente esta característica multifacetada é que torna o monitoramento um aliado tão importante. Recentemente o Corinthians, clube de futebol, contratou a agência <em>Social Figures</em> para monitorar assuntos relacionados com a equipe e o objetivo é desenvolver ações junto ao torcedor baseado nos resultados destas pesquisas. O caso do clube paulista é apenas um dos inúmeros exemplos que o mercado tem a nos mostrar. Monitorar virou propriamente uma arma interdisciplinar, que, quando bem planejada, pode revolucionar os projetos de uma marca ou instituição, pois tem como pilares três momentos: medir, analisar e agir, que no fim do processo geram a <strong>inteligência de negócio</strong> necessária. Com este conhecimento em mãos é possível atuar pontualmente nas falhas e incrementar as <strong>características</strong> mais fortes. E a sua empresa já faz monitoramento? Fale conosco!</p>
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		<title>Americanos compram 20% dos presentes do Dia dos Namorados online</title>
		<link>http://www.idigo.com.br/archives/8184</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 12:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls O comércio americano espera que os consumidores gastem US$17 bilhões no Valentine&#8217;s Day (Dia dos Namorados) este ano, e as previsões apontam que um quinto deste valor... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8184">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8185" href="http://www.idigo.com.br/archives/8184/valentines-day"><img class="size-full wp-image-8185 alignnone" title="valentines-day" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/valentines-day.png" alt="" width="309" height="280" /></a></p>
<p>Por Claudia Valls</p>
<p>O comércio americano espera que os consumidores gastem US$17 bilhões no <strong>Valentine&#8217;s Day</strong> (Dia dos Namorados) este ano, e as previsões apontam que um quinto deste valor venha das <strong>compras online</strong>. Pelo menos, essas são as projeções feitas pela National Retail Federation e da empresa eMarketer, cujas informações você pode visualizar no infográfico abaixo.<span id="more-8184"></span></p>
<p>Um dado curioso é que os homens gastam mais do que o dobro com presentes nesta data do que as mulheres: US$ 112,65 por homem contra US$ 51,56 por mulher. A maior fatia do mercado abrange as idades de 25 a 34 anos e tende a cair depois desta faixa etária.</p>
<p>O infográfico também da dicas aos lojistas para conquistar este <strong>público online</strong>, como ofertas especiais e descontos para quem comprar pelos sites. Apesar de não comemorarmos oficialmente o <strong>Valentine´s day</strong>, fica a dica para o 12 de junho.<br />
<a rel="attachment wp-att-8186" href="http://www.idigo.com.br/archives/8184/vday-retail-infographic"><img class="aligncenter size-full wp-image-8186" title="vday-retail-infographic" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/vday-retail-infographic.png" alt="" width="640" height="2482" /></a></p>
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		<title>Linkedin para quem não está a procura de emprego</title>
		<link>http://www.idigo.com.br/archives/8158</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 12:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls O LinkedIn é um site concebido, principalmente, para fins profissionais, certo? Então, o que fazer com o seu perfil no site se você já está muito bem... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8158">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8159" href="http://www.idigo.com.br/archives/8158/linkedin-icon"><img class="size-full wp-image-8159 alignnone" title="linkedin-icon" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/linkedin-icon.png" alt="" width="256" height="256" /></a></p>
<p>Por Claudia Valls</p>
<p>O <strong>LinkedIn</strong> é um site concebido, principalmente, para fins <strong>profissionais</strong>, certo? Então, o que fazer com o seu perfil no site se você já está muito bem empregado, desempenhando um trabalho que adora? Esquecer? Deixar para lá? A resposta é não!<span id="more-8158"></span><br />
Mesmo que não esteja procurando por <strong>emprego</strong>, o LinkedIn oferece benefícios como deixá-lo a par do que se passa no mercado de trabalho e fazer com que você mantenha  contatos com <strong>possíveis parceiros profissionais</strong>.<br />
O Linkedin é um grande <strong>gerenciador de contatos</strong>. Obviamente, nem todos os profissionais que interessam disponibilizam seus telefones em seus perfis no site. Em compensação, praticamente todos tem ou um website ou um endereço de email.</p>
<p>O <strong>LinkedIn</strong> também permite adicionar notas para cada contato, como se fosse  um livro de endereços comum, para que você possa manter o controle da interação com um determinado <strong>profissional</strong>, além de poder adicionar informações como o melhor número de contacto de telefone, data de aniversários e outras informações você achar pertinente.</p>
<p>O <strong>LinkedIn Today</strong> serve como um curador de notícias que lhe interessam. Toda vez que você entra no site, é apresentado a três histórias que o site acha que serão do seu <strong>interesse</strong>, com base no seu setor de trabalho. Se quiser mais histórias, basta clicar no LinkedIn Today, que também oferece recomendações para outros mercados que podem lhe interessar. Ou seja, uma ótima maneira de se manter informado.</p>
<p>Já o <strong>Linkedin Groups</strong> pode aumentar o número de contatos em sua rede profissional. Quase todos especialistas em mídia social  destacam a importância de encontrar, ingressar e participar do grupos do LinkedIn Groups relacionados ao seu setor. &#8220;Participar de grupos de ex-alunos, grupos profissionais com os mesmos interesses&#8221;, afirmou Kelly A. Lux, um estrategista de mídias sociais na <strong>Syracuse University</strong>. E continuou a enumerar os benefícios oferecidos pelo Groups do Linkedin :&#8221;Publicar links de interesse para o grupo, perguntar e responder questões e procurar os membros do grupo para novas conexões.&#8221;</p>
<p>Como puderam observar, o <strong>Linkedin</strong> não serve apenas para quem procura um <strong>novo emprego</strong>. Serve como um verdadeiro feed de notícias pertinentes aos mais diversos tipos de mercado de trabalho.</p>
<p>Então, já deu uma passada no <strong>Linkedin</strong> hoje?</p>
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		<title>Eleitores americanos não confiam nas informações obtidas nas redes sociais</title>
		<link>http://www.idigo.com.br/archives/8138</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls Este é um ano de eleição nos EUA e os americanos estão mais desinteressados a respeito do assunto do que estavam em 2008. Além disso, ao contrário... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8138">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8139" href="http://www.idigo.com.br/archives/8138/pew-research-muslim-countries"><img class="size-full wp-image-8139 alignnone" title="pew-research-muslim-countries" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/pew-research-muslim-countries.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a></p>
<p>Por Claudia Valls</p>
<p>Este é um ano de eleição nos EUA e os <strong>americanos</strong> estão mais desinteressados a respeito do assunto do que estavam em 2008. Além disso, ao contrário do que se poderia imaginar, não estão buscando informações a respeito dos candidatos e suas plataformas políticas na internet. Esta é a conclusão da pesquisa feita pela empresa <strong>Pew Research Center.</strong><span id="more-8138"></span><br />
Enquanto parte dos jornalistas especializados já começou a chamar esta corrida presidencial americana de &#8220;<strong>eleição das mídias sociais</strong>&#8220;, o estudo mostrou que poucas são as pessoas que confiam nos dados obtidos a partir do <strong>Facebook,</strong> do <strong>Twitter</strong> ou do <strong>YouTube</strong>. Atualmente, 25% dos entrevistados declaram que aprendem algo de novo a respeito da eleição via internet &#8211; praticamente o mesmo número de 2008, quando 24% também afirmaram que se infirmavam através da web. Ainda mais revelador é saber que, dentro da internet, as redes sociais são as mídias que menos gozam da confiança dos eleitores: entre os pesquisados, 6% disseram que obtém dados no Facebook, Twitter (2%) e YouTube (3%).</p>
<p>Uma das possíveis razões de as <strong>mídias sociais</strong> não aparecerem entre as mais confiáveis é o pouco engajamento dos jovens, maioria esmagadoras nas redes. Para se ter uma idéia, este ano, apenas um em cada cinco eleitores com menos de 30 anos afirmou acompanhar as notícias da campanha eleitoral &#8211; uma queda de 31% em relação a 2008. Também devemos lembrar que o <strong>voto é facultativo</strong> nos EUA.<br />
E aqui no <strong>Brasil</strong>? Como as eleições para prefeitos e vereadores transcorrerão no âmbito da web?<br />
<a rel="attachment wp-att-8140" href="http://www.idigo.com.br/archives/8138/2-7-12-8"><img class="aligncenter size-full wp-image-8140" title="2-7-12-8" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/2-7-12-8.png" alt="" width="411" height="507" /></a></p>
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		<title>Grammy 2012 adota mídias digitais como marketing principal</title>
		<link>http://www.idigo.com.br/archives/8104</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 14:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls O 54º Grammy Awards acontecerá no próximo dia 12 e a Recording Academy entrou, definitivamente, na era das mídias sociais e das campanhas digitais. Sob o título... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8104">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a rel="attachment wp-att-8105" href="http://www.idigo.com.br/archives/8104/skrillex-grammys-640"><img class="aligncenter size-full wp-image-8105" title="Skrillex-grammys-640" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Skrillex-grammys-640.jpg" alt="" width="384" height="295" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Por Claudia Valls</p>
<p style="text-align: left;">O <strong>54º Grammy Awards</strong> acontecerá no próximo dia 12 e a <em><strong>Recording Academy</strong> </em>entrou, definitivamente, na era das <strong>mídias sociais</strong> e das <strong>campanhas digitais</strong>. Sob o título de &#8220;<em>We Are Music</em>&#8220;, a Academia e seus parceiros estão aproveitando o poder das redes sociais, do <strong>mobile</strong> e da internet para promover uma premiação mais moderna.<span id="more-8104"></span></p>
<p style="text-align: left;">De acordo com declarações de <strong>Evan Greene</strong>, Gerente de Marketing da Academia, a estratégia do Grammy em 2012 é usar a internet e o mobile como principais <strong>ferramentas de publicidade</strong>. Isto significa que a campanha de marketing e o próprio show foram concebidos para a utilização em massa desses meios.</p>
<p style="text-align: left;">A tônica da campanha foi concebida em torno das emoções e das <strong>experiências</strong> que a música nos proporciona. A agência <strong>TBWA/Chiat/Day</strong>, responsável pelo marketing do Grammy 2012, criou um microsite dentro do Grammy.com que usa tecnologia de ponta para criar visualizações em 3D em tempo real. E o mais bacana é que os usuários é que montam suas próprias visualizações, escolhendo um mix de músicas e adicionando suas fotografias.</p>
<p style="text-align: left;">Depois, caso queiram, é só compartilhar no <strong>Facebook </strong>e/ou no <strong>Twitter</strong>. Para que tenhamos a mesma experiência do desktop em nossos aparelhos móveis, basta que baixemos o app We Are The Music para<strong> iPhone</strong>. O mais bacana é que tanto o microsite quanto o aplicativos são atraentes fora do contexto premiação 2012.</p>
<p style="text-align: left;">A principal atração da experiência do Grammy digital é em torno do <strong>Grammy Live</strong>. Trata-se de um webcast que cobre três dias de eventos especiais &#8211; tapetes vermelhos, premiação e festas &#8211; projetados para levar aos fãs tudo o que se passa nos bastidores.</p>
<p style="text-align: left;">Este ano, a Academia desenvolveu um aplicativo que se transforma em uma extensão do Grammy Live. Este app oferece a seus usuários acesso a fotos, vídeos e artigos disponíveis em seu <a href="http://www.grammy.com/" target="_blank"><strong>site</strong></a>, bem como dados sobre os vencedores de outras edições da festa e os candidatos deste ano. Durante a premiação, haverá atualização dessas informações em <strong>tempo real.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Evidentemente, nenhuma campanha publicitaria digital estaria completa sem um foco nas <strong>mídias sociais</strong>. Para este Grammy, a <strong>Recording Academy </strong>está presente em praticamente todas as plataformas mais importantes. Há a página do Grammy no <a href="https://www.facebook.com/TheGrammys" target="_blank">Facebook</a>, a conta <a href="https://twitter.com/TheGRAMMYs" target="_blank"><strong>@TheGrammys</strong></a>, além de perfis no Instagram, Tumblr, Foursquare, GetGlue, YouTube, Google+. Para quem gosta de música, um prato cheio.</p>
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		<title>Quem saiu ganhando com o lançamento das IPOs do Facebook</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls Conta a lenda que, em 1953, o fundador da Playboy, Hugh Hefner, teria oferecido a fotógrafos, escritores e artistas colaboradores da revista dinheiro ou ações da companhia.... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8082">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-8083" href="http://www.idigo.com.br/archives/8082/facebook-ipo"><img class="aligncenter size-full wp-image-8083" title="facebook ipo" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/facebook-ipo.jpg" alt="" width="344" height="258" /></a></p>
<p>Por Claudia Valls</p>
<p>Conta a lenda que, em 1953, o fundador da  Playboy,<strong> Hugh Hefner</strong>, teria oferecido a fotógrafos, escritores e artistas colaboradores da revista dinheiro ou ações da companhia. A maioria escolheu cash e bem poucos optaram pelas ações. Adivinhem quem se saiu melhor com o passar dos anos? Pois o fundador do <strong>Facebook</strong>, <strong>Mark Zuckerberg</strong>, usou a mesma tática. Só que, desta vez, os presenteados não preferiram receber em espécie. A opção pelas ações tornou algumas pessoas em <strong>milionárias</strong> desde quarta feira, com o lançamento das<strong> IPO</strong> do FB.<span id="more-8082"></span></p>
<p>Um dos novos ricos é o artista <strong>David Choe</strong>, contratado por Zurckerberg para grafitar as paredes da sede da empresa. Choe tem agora em sua conta bancária nada menos do que <strong>U$200 milhões</strong>. Deve estar rindo à toa.<br />
Eis uma listinha dos felizardos donos de ações do <strong>Facebook</strong>:</p>
<p>1 &#8211; <strong>Mark Zuckerberg</strong> &#8211; o próprio CEO do FB detém 553,8 milhões de ações, que valem U$28,4 bilhões. (Cada ação vale U$53).</p>
<p>2 &#8211; <strong>Peter Thiel</strong>, que investiu U$500 mil no FB em 2004 e tem 44,7 milhões de ações, que totalizam U$2 bilhões. Belo investimento.</p>
<p>3 &#8211; A Fundação <strong>Elevation Partners</strong>, de <strong>Bono</strong> (U2) investiu U$120 milhões em 2010. Saiu ganhando.</p>
<p>4 &#8211; A COO do FB, <strong>Sheryl Sandberg</strong> é dona de 1,9 milhões de ações.</p>
<p>5 &#8211; A empresa <strong>DST Global</strong>, do (já) bilionário russo <strong>Yuri Milner</strong>, detém 7% do Facebook.</p>
<p>6 &#8211; O pai de Zuckerberg, um dentista novaiorquino, tem 2 milhões de ações.</p>
<p>7 &#8211; O cofundador do FB, <strong>Dustin Moskovitz</strong>, detém nada menos do que 133,8 milhões de ações.</p>
<p>8 &#8211; <strong>David A. Ebersman</strong>, chefe financeiro do FB há menos de três anos, tem 7 milhões de ações. Nunca um emprego se revelou tão rentável.</p>
<p>9 &#8211; <strong>Tyler e Cameron Winklevoss</strong>, ex- parceiros de Zuckerberg, ganharam 1,2 milhões de ações como parte de um acordo legal.</p>
<p>10 &#8211; <strong>Eduardo Saverin</strong>, outro cofundador do FB, ficou com 5% da companhia.</p>
<p>Será que nós, usuários, teremos direito a uma <strong>fração</strong> desta bolada?</p>
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		<title>Google simplifica políticas de privacidade</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iDigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gabriela Godoi Políticas de privacidade são aqueles textos enormes que ninguém lê quando se associa a um site, mas com os quais precisa concordar para dar procedimento na sua... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8070">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Gabriela Godoi</p>
<p>Políticas de privacidade são aqueles textos enormes que ninguém lê quando se associa a um site, mas com os quais precisa concordar para dar procedimento na sua inscrição. Pensando na importância destas informações, o <em><strong>Google</strong></em> lançou uma campanha, informando aos usuários que está resumindo suas políticas de todos os sites e aplicativos em um texto <a href="http://www.google.com/policies/privacy/preview" target="_blank">único</a> .  No <a href="http://googleblog.blogspot.com/" target="_blank">blog</a> da companhia, a Diretora de Privacidade, Produto e Engenharia, Alma Whitten, explicou que, antes, existiam <strong>70 documentos</strong> sobre privacidade, cobrindo todos os produtos.<span id="more-8070"></span></p>
<p>Agora, com o novo modelo, o <strong>usuário</strong> poderá até escolher o estilo de <strong>propaganda</strong> que quer ver nas páginas que visitar. Além de facilitar a vida do amigo internauta, ajudando a entender como seus dados aparecem nas redes e podem ser protegidos, a iniciativa casa com os esforços de <strong>integrar as diferentes plataformas</strong> oferecidas pelo <em><strong>Google</strong></em>.</p>
<p>No exemplo dado no vídeo que postamos abaixo, com a integração dos produtos, você poderá receber avisos sobre seu atraso para algum compromisso marcado em seu <em><strong>Google Calendar</strong></em>, descobrir sua localização e a melhor rota para chegar na hora pelo <em><strong>Google Maps</strong></em>. “Queremos criar uma experiência para o usuário que seja lindamente simples e intuitiva através do <em>Google</em>”, escreveu Alma, anunciando que as alterações começam a valer a partir do próximo dia 1 de março.</p>
<p>A maior mudança acontece para os usuários de <em>Contas Google (<strong>Google Accounts</strong></em>). Segundo a nova e reduzida política de privacidade, uma vez que se faz login, as informações podem ser combinadas entre os serviços. A busca, por exemplo, será feita não só no material que está na internet, mas também em seus arquivos pessoais no <em>Google Docs, Google+, Contacts </em>e <em>Calendar</em>. Os termos buscados também serão indicados mais em relação ao significado e ao contexto em que você está inserido. Para eles, isto evitará que surjam textos sobre produção de maçãs para quem busca computadores&#8230;</p>
<p>Alma fecha seu comunicado, garantindo que o <strong>Google</strong> não venderá as <strong>informações pessoais</strong> dos usuários para anunciantes, mas a concorrência está chiando, apontando o lado <strong>negativo </strong>desta integração. Logo depois do lançamento das novas políticas, a <strong>Microsoft</strong> publicou um anúncio na imprensa americana, questionando o uso dos dados para atrair certos anunciantes. E você, costuma ler e seguir as políticas de privacidade? Acha que seus dados estão bem guardados na rede? Mais informações no site do <a href="http://www.google.com/policies/" target="_blank">Google Policies</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://youtu.be/KGghlPmebCY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://youtu.be/KGghlPmebCY"></embed></object></p>
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		<title>Série será vendida no iTunes 24 horas depois de seu lançamento</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Valls</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia Valls A pirataria foi um dos assuntos mais comentados recentemente, graças aos projetos de lei americanos SOPA e PIPA e ao fechamento do site Megaupload. Porém, nem tais... <a href="http://www.idigo.com.br/archives/8043">leia +</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-8044" href="http://www.idigo.com.br/archives/8043/the-river-abc-poster"><img class="size-full wp-image-8044 alignnone" title="The-River-ABC-Poster" src="http://www.idigo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/The-River-ABC-Poster.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-8044" href="http://www.idigo.com.br/archives/8043/the-river-abc-poster"></a>Por Claudia Valls</p>
<p>A <strong>pirataria </strong>foi um dos assuntos mais comentados recentemente, graças aos projetos de lei americanos <strong>SOPA</strong> e PIPA e ao fechamento do site <strong>Megaupload</strong>. Porém, nem tais legislações nem o fim do serviço de compartilhamento de arquivos são a solução para o fim da pirataria. O que fazer, então? Talvez não exista uma resposta definitiva para o problema, mas certamente há ações que combatem o problema de forma efetiva.<span id="more-8043"></span></p>
<p>Primeiro, vamos deixar claro que as <strong>séries</strong> de TV americanas sofrem com a pirataria tanto quanto a indústria cinematográfica. Peguemos, por exemplo, a série <strong>Dexter</strong>, cuja 6ª temporada já terminou nos <strong>EUA</strong> e só será apresentada no <strong>Reino Unido</strong> no segundo semestre deste ano. Acham que todos os seus admiradores estão dispostos a esperar até setembro para assistir os novos episódios? Claro que não.</p>
<p>Por conta deste tipo de problema que executivos do estúdio <strong>ABC</strong>, produtor de &#8220;<em><strong>The River</strong></em>,&#8221; anunciaram que os britânicos poderão assistir à série 24 horas depois de seu lançamento nos EUA. Mas, ao invés de passar numa rede de televisão, &#8220;<em>The River</em>&#8221; estará disponível para download via <strong>iTunes</strong>. O preço também é um atrativo, pois os episódios em HD serão vendidos por £2,49 /U$2,99 ou a temporada inteira, igualmente em alta resolução, por £12,99/U$20,99. Se considerarmos que a temporada de uma série de sucesso custa £30 em Blu-ray, estamos diante de uma ótima alternativa.</p>
<p>Entretanto, esta solução não é uma unanimidade. Por exemplo, um executivo dos estúdios da<strong> Paramount</strong> considera que a venda de episódios apenas fará com que as versões piratas tenham uma melhor qualidade e estejam disponíveis ainda mais cedo para quem se dispuser a adquiri-los. Porém, há quem afirme que a disponibilização destes episódios oferecerá aos fãs a série que gostam, no formato que querem e que podem assistir quando bem entenderem. Como <em><strong>serie junkie</strong></em>, espero que dê certo.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fhbaORjhDWo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/fhbaORjhDWo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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